sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Cristo, meu porto seguro!

Estando eu nessas últimas manhãs, dessa semana, estudando a lição bíblica, realizando o ano bíblico, pude perceber as inúmeras promessas de Deus para a minha vida. Pude ver também na história de Geazi, servo do profeta Eliseu, um pouco de nossas vidas.
Destaco a seguinte declaração de um versículo bíblico e de uma inspirada escritora bíblica: "A falsa testemunha não ficará inocente, e o que profere mentiras não escapará" Pv 19:5. "Os homens podem tentar esconder suas más práticas aos olhos humanos; mas não podem enganar a Deus. Todas estão nuas e patentes aos olhos dAquele com quem temos de tratar.    (Hb 4:13). Geazi pensava enganar Eliseu, mas Deus revelou a Seu profeta as palavras que Geazi havia dito a Naamã, bem como todo pormenor da cena que tivera lugar entre os dois homens" (Profetas e Reis, pág. 252).
Viu aí? Tudo o que fazemos Deus sabe, nada está escondido perante Ele! O que fazemos de errado, aos olhos humanos passa desapercebido, mais aos olhos do Grande Deus do Universo, não.
A partir de então em minha vida decidi ser fiel a Deus, me entregando a Ele diariamente com petições e clamor, me humilhando perante Ele e pedindo o seu favor para minha vida e a dos meus semelhantes. Geazi era um homem ganancioso e por causa disso desceu ao mais profundo abismo em busca de uma felicidade terrena em vez da celestial, tudo por motivo de cobiça. Como me vi, entre aspas, nessa história! A Bíblia fala o seguinte no tocante a isso em Mateus 6: 24-34, e você poderá ler aí na sua casa; diz que nós não devemos andar ansiosos quanto ao dia de amanhã e muitas outras coisas que Jesus nos orienta lá nesses versos. Por favor leia e medite. Precisamos confiar mais em Deus e ai dessa maneira as coisas acontecerão em nossas vidas.
Todos sabem que passo por momentos difíceis na minha vida, momentos de provas, mas também de livramento através de um Deus que nos ama incondicionalmente. E senti o desejo de escrever as seguintes declarações do nosso irmão Tiago que está relatado em sua epístola no capítulo 2: 12 e 13 que diz: " Falai de tal maneira e de tal maneira procedei como aqueles que hão de ser julgados pela Lei da liberdade. Porque o juízo é sem misericórdia para com aquele que não usou de misericórdia. A misericórdia triunfa sobre o juízo". Outras duas passagens que eu desejaria deixar com vocês para reflexão são as seguintes: Tiago 4: 11 e 12 - " Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Aquele que fala mal do irmão ou julga a seu irmão fala mal da lei e julga a lei, não és observador da lei, mas juiz. Um só é Legislador e Juiz, aquele que pode salvar e fazer perecer; tu, porém, quem és,  que julgas o próximo?"
Vamos fazer de tudo para andarmos nesses sagrados conselhos, pois assim fazendo teremos paz com Deus e em nossa consciência.
Lendo uma publicação de nossa igreja, que tem me tocado muito, gostaria de destacar para vocês algo que li e achei muito importante:
"Como Criador, o Senhor renova nossa vida cada dia. Como nosso Pai, nos envolve sempre com Seu amor e proteção. Dá-nos o estímulo e a certeza de Sua constante companhia. Com Ele nunca estamos sózinhos nem desamparados. Ao Seu lado não há tristeza, enfado ou desengano, apenas alegria e vida radiante. Prestem atenção nessa estória que pode ser a sua quanto a minha:
Júlio era o homem mais desprezado de seu bairro. Sua vida era libertina e todos o rejeitavam. Até que um dia um verdadeiro cristão se aproximou dele e lhe falou suavemente ao coração. Em seguida, o convidou a depor sua esperança em Cristo.
Mas Júlio respondeu:
 - Eu sei que deveria me tornar cristão, mas não posso. É impossivel para mim.
 - Para Deus não há nada impossível - respondeu o cristão. - Que motivo teria você para não aceitar a Cristo?
 - O principal motivo - respondeu Júlio - é que não sou suficientemente bom para ser cristão.
 - Essa é precisamente a maior razão para que você se anime a ser um cristão de bem - replicou o crente. - Não porque você seja bom agora, mas porque Jesus o transformará em uma nova pessoa. (Eu creio nisso em minha via)
Depois desse breve diálogo, Júlio abriu o coração a Cristo, aceitou-O como seu Redentor e terminou sendo uma pessoa transformada e bem-vista pelos demais habitantes do bairro.
Jesus busca e aceita amigavelmente todos os pecadores. Ninguém fica fora de Seu grande coração. E, assim como oferece uma vida melhor aos que se consideram bons sem serem, também a oferece aos maus, por mais incapazes que se sintam para mudar". (Ainda existe esperança - pág.43).
Eu há algumas semanas atrás me sentia assim, sabe, pensava que não existia mais nenhuma chance para mim, mas depois de me aprofundar nesses maravilhosos escritos, já consigo ver uma luz no fundo do túnel, e sei que essa luz que brilha pra mim é Jesus me chamando para uma nova oportunidade. Obrigado meu Deus porque Tú és pura misericórdia, puro amor e perdão. Desejo a todos que acabaram de ler o meu blog, um maravilhoso sábado na companhia de Deus. Até a próxima.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Deus tem sempre uma resposta para mim!!!!

Hoje estou me sentindo um pouco melhor. Deus me demonstrou mais uma vez o Seu grandioso amor! Hoje fui realizar uma entrevista de trabalho numa ótima empresa e fiquei muito feliz com o que presenciei.
Infelizmente existem pessoas que estão torcendo pelo meu fracasso, pela minha derrota e tenho angústia em dizer que são pessoas professas cristãs, imagine!!! Isso mesmo, pessoas que estão frequentando a igreja, não faltam os cultos, dizem amém, mas seus corações estão completamente longe do verdadeiro Deus. O Deus de amor. Não quero tirar a culpa dos meus erros, mas será que terei que viver me atormentando com isso como se não tivesse mais nenhuma chance para mim? Acho que não!
Existe uma música do cantor Luiz Cláudio que diz assim, ela me toca muito e é bom que essas pessoas, dignas de misericórdia assim como eu, leiam pelo menos um pedaço dessa letra:

Fique junto de Deus e não deixe passar esta chance

De sofrer o que preciso for
Mas ao lado de Cristo
Busque a Deus meu irmão
E abra o seu coração
Peça então o poder pra vencer
Só assim a vitória e a paz você vai encontrar


Fique junto de Deus e não deixe passar esta chance
De sofrer o que preciso for
Mas ao lado de Cristo
Busque a Deus meu irmão
E abra o seu coração
Peça então o poder pra vencer
Só assim a vitória e a paz você vai encontrar

Existe uma pessoa que não quero nem citar o seu nome, porque não consigo o pronunciar, que está desejando de unhas e dentes que eu seja preso, que eu esteja enjaulado pelas autoridades. Tudo bem que errei, mas será que é preciso desejar tanto a desgraça de quem sempre a ajudou? De quem sempre foi além do que os próprios filhos poderiam ir? Mas é assim mesmo, as pessoas podem fazer 99 mais não fez 100, não prestam. Apesar de que, pra essa senhora, mesmo antes disso acontecer, ela nunca me suportou, na verdade, me engolia. Não consigo entender como uma pessoa que não falta os cultos na igreja, ouve tanto as mensagens de Deus, consegue sentir tanto ódio assim por mim! Não estou querendo com essas palavras me excluir das minhas responsabilidades, mas desejar tanto mal assim a outrem, é coisa do diabo, não acha? Essa pessoinha é digna de muita oração, jejum e descarrego. Eu peço as orações dos queridos, daqueles que de verdade torçem pelo meu reerguimento, orem por mim. Eu tenho a todo instante pedido a Deus que tenha misericórdia de mim, perdoe os meus erros, coisa que tenho certeza de que Ele já perdoou, e que abrande os corações daqueles que magoei. Mas que eles também não se deixem se iludir por Satanás para que também não caiam no erro do mal. Porque para Deus não existe pecadinho e pecadão, tudo é igual para Deus. E todos nós somos "dignos" de perdão e de uma segunda oportunidade, se não fosse assim, não haveria mais ninguém na face da terra, não acha? Porque todos pecaram e destituídos estão da Glória de Deus.
Queridos amigos e irmãos que vão ler esses comentários, apenas desejo de coração que orem por mim e por essa pessoa que sente ódio, pobre coitada, não sabe ela que está nas mãos do inimigo de Deus! Mas quero dizer a todos que o meu maior desejo é reencontrá-los nas mansões celestiais em breve.
Um forte abraço e podem deixar seus comentários sobre cada assunto postado tá. Beijos em todos.











sábado, 11 de dezembro de 2010

Deus não desiste nunca de seus filhos!

No princípio quando o homem errou, pecou junto com sua mulher, a primeira coisa que Adão fez foi se esconder do Pai. Mas o nosso amado Deus veio ao jardim para procurá-lo e finalmente achá-lo em meio ao desespero, ao horror do pecado cometido, do medo do encontro com Deus, e a primeira pergunta que o pai fez a Adão foi: "Onde estás?. Esta pergunta não implica desconhecimento, pois Deus conhece todas as coisas; mas então porque Deus veio lá do céu e perguntou a Adão: Onde estás?
No livro de Romanos capítulo 3: 11 e 12 leio o seguinte: "Não há ninguém que entenda; não há quem busque a Deus. Todos se extraviaram e todos se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há um só". Não há quem busque a Deus, então Deus sai em busca do homem.
Estou passando por momentos difíceis na minha vida por causa de escolhas erradas que fiz, assim como Adão e Eva, errei, tenho consciência disso e estou disposto a enfrentar as consequências desses momentos sem Deus na minha vida. Mas uma coisa, hoje, me conforta. No culto divino de uma igreja que estou indo, exatamente neste sábado dia 11 de dezembro de 2010, o pregador irmão Isaías, primeiro ancião da igreja do méier, nos falou sobre esse tema maravilhoso: "ONDE ESTÁS?" e ali eu pude perceber que ainda há chance para mim, porque exatamente eu estou podendo sentir e perceber que Deus através de pessoas maravilhosas foi atrás de mim perguntando: Júnior, onde estás?
Conta-se a história de um homem que tinha um filho e este filho resolve se revoltar contra o pai. Não queria saber das ordens e dos regulamentos da casa de seu pai. Então este filho resolve partir de casa sem rumo e sem direção.
Aquele pai chora e chora em silêncio, pois um pedaço seu estava ausente, seu filho amado estava indo embora, o filho que o pai tanto amava estava de partida.
Passaram-se dias, meses e anos, o pai vendo que o filho não voltaria resolve sair em busca do seu amado filho rebelde. Deixa a família sob os cuidados dos vizinhos, vende alguns bois, consegue dinheiro e parte para uma terra distante.
Viajou vários dias e derrepente ele encontra uma pista; uma construção; o filho tinha passado por ali, mas já não estava mais, tinha ido embora, aquele pai continua a sua incansável busca. Sempre que chegava em algum lugar seu filho já havia saído dali.
Então o pai resolve deixar um recado. Havia uma rocha bem grande a beira do caminho, e então o pai, com letras bem grandes e de forma bem visível escreve: JOHN HERTEMAN, TEU PAI TE AMA. VOLTE AO LAR.
... Um dia aquele jovem desgarrado passando por aquele lugar se depara com o seu nome, e pensa: se meu pai veio até aqui só para me buscar é porque realmente me ama, e naquele momento resolve voltar para o lar.
Cristo um dia deixou sua família celestial e escreveu o meu e o seu nome na cruz do calvário e diz... Filho, seu pai te ama, volte ao lar.
Deus jamais deixará um pecador desprezado, desamparado, Ele está a me buscar constantemente; por mais longe que eu esteja ou tenha ido. Deus diz que pode mudar a minha e a sua vida. Vejam as promessas feitas por Ele. Não importa o quão longe eu tenha ido, nem o que eu tenha feito.
Leia ai: Jeremias 13:23 e Isaías 1:18.
Onde estás? Deus me fez essa pergunta quando eu me sentia tão só, desprotegido com vontade de dar cabo à minha vida!
Na Bíblia há duas parábolas que mostra bem o quadro de Deus em busca de um perdido.
Leia Lucas 15: 4 a 6
Na parábola o pastor sai em busca da ovelha, por menor que ela seja, o mínimo que ela possa representar. Assim, se houvesse apenas uma alma perdida, Cristo teria por ela morrido.
A ovelha desgarrada do rebanho é a mais desamparada de todas as criaturas. Precisa ser procurada pelo pastor, pois sózinha não pode encontrar o caminho de volta. O mesmo se deu comigo, me desviei por uns momentos do olhar de Deus e me tornei tão desamparado como a ovelha perdida, e se o amor divino e de algumas pessoas queridas que amo muito e do meu próprio pastor terreno não fosse me salvar, eu jamais acharia o caminho de volta.
O pastor que descobre a ausência de uma ovelha, não fica indiferente, pois o rebanho que está seguro no curral ele pode contar: 99 ovelhas. Ele diz assim: Tenho 99 ovelhas, me custaria muito trabalho ir a busca da desgarrada, ajudá-la, ampará-la. Ela que volte sózinha, se vire, não procurou o erro? Que se vire sózinha. Vou deixar a porta do curral aberta, se ela quiser voltar, será bem recebida. Mas não, logo que a ovelha se extravia do caminho, o pastor se enche de cuidados e apreensões. Conta e reconta o rebanho e quando ele tem certeza que uma delas se perdeu, não dorme um minuto. Imediatamente deixas as noventa e nove no curral e sai em busca dessa que se perdeu pelo caminho. Quanto mais escura e tempestuosa a noite, e quanto mais perigoso o caminho, tanto maior é a preocupação do pastor e maior é a procura. Faz todos os esforços possíveis para encontrar a ovelha perdida.
Com alívio ouve a distância o primeiro berro fraco! Seguindo o som, sobe as íngrimes alturas, arriscando a própria vida e chega a borda do precipício. Deste modo a procura enquanto o berro vai ficando mais fraco lhe dizendo que sua querida ovelha está prestes a morrer. Por fim seu esforço é recompensado; achou-se a perdida.
Não a repreende porque lhe custou tanto trabalho, não pergunta o porque que ela fugiu, não a leva a base do chicote, nem tenta conduzí-la para casa. Em sua alegria toma a criatura trêmula, com medo de tudo, medo das consequências dos erros cometidos, coloca sobre os seus ombros, preocupa-se se ela está machucada, acolhe nos seus braços e aperta ao encontro do seu peito para que o calor do seu coração lhe comunique a vida, feliz e grato porque o seu trabalho não foi em vão. Então trabalha afim de carregá-la de volta ao curral.
Leia o verso 7 
Graças a Deus, Jesus não nos apresenta um quadro de um pastor voltando para casa aflito, voltando sem a ovelha. A parábola não fala de fracasso, mas de êxito e alegria pela recuperação da ovelha. Eis ai a garantia divina de que nenhuma das ovelhas extraviadas do redil do Senhor é desprezada, nem abandonada sem socorro. Há! Como me vejo nesta parábola! Me desgarrei, errei, reconheci o meu erro perante Deus e os homens e Deus enviou um pastor e um ancião para ajudar-me nos momentos mais dificeis da minha vida. Graças a Deus por isso!
Cristo salvará cada um que queira deixar redimir do abismo da corrupção e dos espinhos do pecado.
Então vejo agora que para o meu Grande Deus e Cristo não importa quão longe eu tenha ido. O ser humano diz assim: Esse ai? Não tem jeito não. Depois, volta para a igreja com cara de anjinho, de pobre coitado e faz tudo de novo depois, esse ai não presta mais! Grande frase diabólica! Imagina se Deus falasse assim como um pobre coitado ou coitada que precisa talvez mais de Deus na vida do que eu! E eu sei o quanto eu preciso de Deus hein!
Hoje sei que enquanto eu estava me rebelando contra ele, com atitudes erradas, Ele já estava a minha procura! Com o terno coração de pastor, diferentemente de pessoas humanas, foi ao deserto para me buscar, me envolveu em seus braços de amor, eu que estou ferido e quebrantado pelos meus pecados, prestes a perecer e me levou de volta ao aprisco seguro que é estar ao lado dEle recebendo a sua ajuda, carinho e amor. Nesta parábola vimos que a salvação não é alcançada porque procuramos a Deus, mas sim porque Ele nos procura.
Ouça e veja esse video que retrata o que falei acima e que falou alto ao meu coração, fazendo-me emocionar pensando no amor incomparável do Mestre por mim:
Click nesse link por favor:
Agradeço a todos que estão orando por mim para que eu resolva as minhas situações e possa enfim retornar, através do rebatismo, aos livros da igreja de Deus e do Céu. Agradeço muito ao meu pastor Olvaney e ao meu primeiro ancião Gérson por deixarem ser usados por Deus para socorrer essa ovelha errante que mais uma vez se desgarrou do redil. Agradeço também à minha querida e amada esposa Paula e minha filha amada Evelyn por estarem sempre dispostas e usadas por Deus para me oferecerem o perdão que tanto necessito.
Assistam também a mais esse video que me tocou profundamente no sermão que ouvi na manhã do sábado dia 11 de dezembro de 2010.
Click nesse link:
Jesus nessa manhã me chamou com amor profundo dizendo: Filho, vem, volta, porque te amo muito! Não importa o que as pessoas vão dizer ou dizem de você, o importante é que eu te amo e quero você comigo! Essas palavras ao meu coração! Como me confortaram!!!
Amo todos vocês que estão torcendo por mim e que realmente gostam de mim.
Termino com o coro do lindo hino 273 do H.A que me tocam também que diz:
CORO: Confia em Deus, que Ele sempre te ouvirá. Confia em Deus, que Ele nunca falhará. Confia em Deus, que a negra nuvem passará. Oh, não duvides, mas confia em Deus.
Eu confio em Deus! Beijos a todos.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

IDA A CIDADE DE CEL. FABRICIANO - MG!

Estive nesta última semana na cidade de Coronel Fabriciano, Minas Gerais, realizando uma Semana de Oração dos Jovens Adventistas, foi dos dias 17 a 24 de julho de 2010. Sabe, fiquei muito triste em sair do Rio, ir pra lá e deixar todos para trás. Mas quando cheguei lá, senti uma recepção maravilhosa, um amor caloroso daqueles irmãos maravilhosos, ou seja, me apaixonei de coração por aquele povo sensacional. Conheci ali pessoas que deixaram saudades até hoje e talvez para sempre. Ao chegar na igreja logo no 1º sabado pela manhã pude me deparar com uma grande surpresa! Tenho uma sobrinha aqui no Rio que amo muito, tenho muito apreço por ela, além das outras; mas sou muito apegado com essa e ao chegar lá pude ver uma menina com os mesmos traços de fisionomia, idade, cor, modo e até na simpatia. Essa menina chama-se Sara lá de Minas Gerais, me deixou muitas saudades! A saudades que eu sentia da minha sobrinha aqui do Rio foram compensadas por conhecer a Sara Lages Nogueira. Além da Sara conheci a familia Nogueira que é muito especial, a Heloísa, o Nogueirão, a Huarliane, o Waliton, Warley, Huártalos e a amável Sara. Conheci também os irmãos maravilhosos de lá. Uma que deixou saudades foi a irmã Gracinha, que irmã animada gente! Outra menina linda de lá é a Thamilly, muito simpática ela, "muito tímida sabe". Pude matar as saudades da familia do Pr. João Fabricio, uma familia consagrada para a honra e glória de Deus!Em relação a comidas fui agraciado com a comidinha mineira adventista, rsrsrs. Na casa do Pr. João Fabricio, onde fiquei hospedado, me apaixonei pela maionese caseira da irmã Eliete. Na casa dos Nogueiras foi aquele ARROZ maravilhoso feito com muito carinho pela irmã Heloísa. De uma coisa não se pode nunca duvidar: o mineiro é um povo receptivo e agradável.
Outra coisa importante que fizemos lá foi a reestruturação do Coral de Cel. Fabriciano, foi um desafio que a princípio parecia dificil, mas depois, ao ver aqueles irmãos cantores dedicados no ensaio, pude perceber que nada seria tão dificil. Aprenderam a musica escolhida para o ensaio em apenas 4 dias, é isso mesmo pasmem, 4 dias. E no dia 24  o coral já havia feito a sua 1ª exibição com essa musica. Estarei em breve disponibilizando essa musica cantada pelo coral que ensaiou em 4 dias no meu Orkut na área de videos. No dia 25 o coral repetiu a dose cantando de novo na igreja.
O nosso trabalho missionário ficou por conta de uma EXPO-SAUDE na cidade, ainda sem presença de uma igreja adventista, chamada Jaguaraçú - MG, que fizemos no sabado dia 24 a tarde, também temos fotos exposta no meu orkut. Temos pretensão de continuar o trabalho com o coral de lá, fomos convidados para ir todos os meses lá para prepararmos a Cantata de Natal 2010 lá na cidade de Cel. Fabriciano. Espero que a igreja realmente se interesse para que esse trabalho possa continuar por lá. Por mim, voltaria hoje pra lá. Obrigado a todos os mineiros adventistas de Cel. Fabriciano - MG pelo carinho e pela recepção calorosa que tive por lá. Em breve nos veremos! Ando muito decepcionado com algumas pessoas da familia de minha esposa aqui no Rio e o meu desejo é o de ir embora e continuar o trabalho longe daqui ou em outro lugar que não seja casa de parentes! Orem por nós! Beijos a todos.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Bandeira de liberdade

O Senhor Me ungiu para pregar boas novas aos quebrantados, enviou-Me a curar os quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados. Isaías 61:1

Durante 25 anos Nicolae Ceausescu governou a Romênia com mão de ferro. A Securitate, sua polícia política composta de trinta mil homens, mantinha a população sob temor constante, suprimindo com violência o menor sinal de oposição ao regime.
Entretanto, esse tirano caiu em questão de horas, em dezembro de 1989, graças à coragem de um obscuro pastor da Igreja Reformada, na cidade de Timisoara. Laszlo Tokes não conseguiu se calar diante dos abusos cometidos pelo governo de Ceausescu. Por causa disso, negaram-lhe o tíquete de alimentação. Membros de sua igreja, que tentaram lhe trazer alimento, foram barrados pela polícia. Recebeu telefonemas ameaçadores. Uma noite, quatro homens arrombaram sua casa e o espancaram. Mas o Pastor Tokes não se calou.
Finalmente, foi emitida uma ordem judicial para expulsá-lo de sua igreja. Então os crentes decidiram se manifestar publicamente. Eles foram à igreja, deram-se as mãos e formaram uma corrente em volta dela. Quando a polícia veio para prender Tokes, eles se recusaram a sair. A Securitate ordenou às tropas do exército que abrissem fogo contra a multidão. As tropas desobedeceram. Então a própria Securitate começou a atirar, ferindo e matando centenas de pessoas.
As notícias do massacre se espalharam pelo país como um rastilho de pólvora. Houve demonstrações públicas e greves. Ceausescu convocou um comício, mas foi desafiado por protestos. O ditador fugiu para o palácio, mas ele e sua mulher foram presos, julgados sumariamente e executados.
Por mais de duas décadas os romenos suspiraram por liberdade, mas esta só se tornou uma realidade para eles quando decidiram assumir um compromisso público, dando-se as mãos em torno da igreja.
Nós também nos achamos oprimidos por um ditador chamado Satanás, e precisamos declarar publicamente a quem pertencemos. Os cristãos primitivos nos deixaram esse exemplo. Após um sermão de Pedro, os ouvintes, comovidos, perguntaram: “Que faremos, irmãos? Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo” (At 2:37, 38).

O batismo é a nossa bandeira de liberdade. É um compromisso público, no qual declaramos que pertencemos a Jesus. Você já deu esse passo, unindo-se ao movimento de libertação de Jesus Cristo?

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Explicação Mais Simples de Colossenses 2: 16 e 17

"Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, Que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo."

Se por um lado a explicação anterior, tratando destes sábados como as festas judaicas carece de argumentos bíblicos mais sólidos, tampouco esta explicação (metonímia) irá satisfazer os reclamos dos sinceros, sejam eles adventistas ou não. Por quê? Porque a palavra de Deus foi escrita para os simples, e absolutamente nenhuma passagem bíblica (mesmo as proféticas - simbólicas ou não) necessitam de conhecimento aprofundado das regras da gramática.
Na verdade, somente o espírito pode revelar as coisas de Deus e, em segundo lugar, os princípios usados em: parábolas (por comparação, com uma lição central, por profecias (símbolos, por decodificação na própria bíblia,) literais (no seu máximo sentido). Mas nenhuma delas depende de qualquer regra de interpretação que fuja daquelas contidas na própria palavra de Deus. Se a figura de linguagem deve valer como regra neste texto, também deve ser aplicada nos outros. Paulo, inspirado por Deus, não registraria o que lhe foi revelado, incluindo aí uma regra de feitura humana que iria variar conforme a cultura de cada país, e que limitaria a compreensão de suas cartas (ainda que em parte) a uns poucos que entendessem de semântica ou qualquer outra coisa do gênero.
O versículo 14 deste mesmo capítulo diz: "Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz." O versículo acima mostra que Jesus riscou uma cédula que era (de alguma maneira contrária). Ora, as festas anuais e mesmo os sacrifícios nunca foram de nenhuma maneira contrárias aos judeus. Aliás, tanto fariseus quanto o povo comum orgulhavam-se destas festas, e encontravam alegria nelas. Os fariseus porque aumentavam seu poder e dinheiro, e o povo porque realmente acreditava nelas, mesmo aqueles que não compreendiam seu completo significado.
É verdade que Jesus ao morrer na cruz acabou com o sistema de sacrifícios e tudo o que estava incluído como "sombras das coisas futuras". Mas é necessário notar que o santuário, ainda que destruído, não deixou de ser (para nós, os verdadeiros judeus espirituais) "figura do que há no céu", ou seja, estudando suas ordenanças, a posição dos móveis, suas medidas, sua disposição, estudando o trabalho do sacerdote e do sumo sacerdote, receberemos luz sobre o verdadeiro serviço que ocorre no céu. Cristo como Sumo Sacerdote.
Como exemplo apenas, vejamos as tábuas que compõem o tabernáculo: somando-se todas chegamos ao número de 48, acrescentando as 96 bases para cada tábua chegamos ao número 144. Este número não te lembra nada? E que tal a altura das tábuas? 10 côvados, que são aproximadamente 4 metros e meio, altura aproximada do homem perfeito (Adão) feitas de madeira de acácia (que simbolizam a humanidade, pois queimam) cobertas de ouro (que simbolizam a divindade, que não queimam) ou seja a humanidade revestida do "manto real de Cristo" pode resistir à manifestação da glória de Deus e permanecer ilesa.
Note ainda que a acácia era uma pequena árvore cheia de espinhos (símbolo do pecado) e estes espinhos-pecados deviam ser todos retirados para que pudessem fazer parte das tábuas que seriam usadas no tabernáculo (povo real, nação escolhida, sacerdócio santo). Veja que a parábola de Jotão apresenta as "árvores" que foram procurar um rei, mostrando que árvores simbolizam pessoas, ou ainda o texto bíblico de Isaias 56.3: "Eis que sou como uma árvore seca..."
Voltando ao assunto, vemos que o santuário não é de graça nossa principal doutrina. Se o sábado nos distingue como servos de Deus, é o santuário que nos coloca como movimento profético. Assim, o texto de Colossenses está falando ...do comer... - obviamente aqui está inserindo também a lei levítica dos animais puros e impuros - ...do beber... - entram todas as bebidas não só alcoólicas mas também as "misturadas", ...dos dias de festa... (incluindo aqui todas as festas judaicas e obviamente todos os sábados festivos ou não, uma vez que complementa com ...ou dos sábados... e obviamente levando-nos ao verdadeiro dia de Deus, o sétimo dia. Mas, em primeiro lugar apresenta um "ninguém vos julgue".
O assunto aqui tratado não é se a lei está ou não em vigor. Todos os cristãos de colossos sabiam muito bem da validade da lei. Se havia algo sobre que todos os judeus sabiam falar era da lei. E todos aqueles que de alguma forma ouviram falar de judeus, ouviram da lei. Assim como hoje dificilmente encontramos alguém que não tenha ouvido falar da lei, a expressão-chave é: "Ninguém vos JULGUE". Primeiramente porque os judeus eram acostumados a julgar, tipo, quem não guardar o sábado está perdido, como se a revelação não deixasse claro que Deus tem os seus em outras igrejas que embora não guardem o sábado, fazem parte de seu povo.
A questão aqui é que Paulo queria levar os colossenses a compreender que o único que pode julgar é Cristo, pois ele é o único que conhece os corações e apenas a ele foi dada a capacidade de julgar, assim, o Espírito Santo nos pede através de Paulo que não condenemos os que não são de nossa fé, pelo comer, beber, domingos, ou dias santos, inclusive porque eles não tem a menor condição de compreender a validade da lei. "Porque a lei é espiritual e eles são carnais..."
Somente quando compreendam o verdadeiro sacrifício de Cristo, recebam seu espírito, entreguem-se a ele passando a ser pessoas espirituais é que poderão compreender os reclamos do ...comer, beber, leis, etc. Neste caso, "não deis pérolas aos porcos". O porco não tem culpa de ser porco, ser porco não faz dele um animal menos amado por Deus, mas é um fato que ele não pode apreciar a beleza das pérolas, e vai acabar sujando todas elas, não lhes dando o valor que merecem...
Também somos chamados a não prestar atenção aos que nos julgam pelo "nosso" comer ou beber, não nos esqueçamos do mesmo capítulo no versículo 18 que diz: ...Ninguém vos domine a seu bel-prazer com pretexto de humildade... Ora, os fariseus gostavam de apresentar-se ao povo como pessoas humildes, ...que oram em pé nas esquinas, para serem vistos pelos homens... Era este pretexto de humildade que obrigava o povo a andar apenas 1 milha no sábado, que os fazia coar a água para não engolir um mosquito (impuro), ou ainda que proibia um que acabara de ser sarado pelo grande mestre, de levar o objeto de sua escravidão (o leito) para casa em dia de sábado.
Assim, o apóstolo nos adverte contra aqueles que...tentam tirar a liberdade que temos em Cristo..., fazendo do dízimo uma obrigação desgastante, do sábado um fardo, das leis de Deus um jugo desumano, ...atando pesados fardos aos lombos de homens, que vós mesmos nem com um dedo quereis mover... Vemos então que trata-se de não condenarmos os que não tem luz sobre o assunto, não nos esquecendo que somente Deus sabe os que compreendem e os que não, o que nos mostra que absolutamente não podemos julgar NINGUÉM, até porque a obra de acusação é a de Satanás, e finalmente compreender, como diz o versículo 14, que Cristo riscou "a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária". A cédula aqui exposta é a condenação que a lei trazia até Cristo. "Quem tem Cristo tem a vida, quem não tem a Cristo, não tem a vida."
Cristo não excluiu a lei. "Não vim para destruir (a lei), vim para cumprir." Cristo excluiu a cédula que nos condenava. "Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus..."
Essa lei que foi dada ao homem para seu benefício, encontra um homem que gosta do que é ruim, um homem que naturalmente é contrário a esta lei... "Porque bem sabemos que a lei é espiritual, mas eu sou carnal, vendido sob a lei do pecado..." A lei me diz que não posso adulterar, fumar, beber, roubar, mas todos nós temos vícios, de uma ou de outra forma, então, de "alguma forma" aquilo que é para o nosso bem (a lei) é contrária aos nossos gostos naturais.

Observe Paulo, quando afirma em romanos 10: "E o mandamento que era para a vida achei eu que me era para a morte... Mas Deus sabe que se nos desse a lei e nos dissesse, se não cumprir tudo isso direitinho, você vai se perder. Sabe que todos aqueles que são sinceros e que realmente buscam fazer sua vontade encontrariam derrotas por vezes e acabariam desanimando ao perceber quão difícil seria tirar a nota dez que a lei requer.
Assim, em primeiro lugar, ele tira a condenação que a lei propunha, foi isto que Jesus cravou na cruz, para que o homem não viva DEBAIXO DA LEI e sim, SOB A LEI, porque Cristo viveu SOB a lei; Exemplo: Você pode andar de carro (estar sob o seu assento) ou levar o carro para andar (nas costas).Se andar de carro, será um prazer, mas se tentar levar o carro nas costas, será um jugo terrível. Assim é a lei, Deus lhe pede que a guarde, ou seja, pede que ande de carro, mas ele não te pede que esteja debaixo da lei, que leve o carro nas costas, pois estando debaixo da lei ela te esmagará.
O preço que a lei exige é alto e, sem o sangue do cordeiro derramado na cruz do calvário, ninguém pode guardá-la no coração. Resumindo o problema da lei, seja ele no, comer, beber, luas novas, festas, sábados, devemos entender que a lei pede de todos a nota dez. O único que conseguiu esta nota foi Cristo, embora esteja ao alcance de todo o homem. Assim, se, no final das contas, após todo o teu esforço em guardar a lei, a nota que você tiraria seria 1, não se esqueça de que a nota dez de Cristo já está posta ao lado do teu nome no céu. Porque a salvação não depende do que faço ou deixo de fazer, depende de se aceito ou não o que Cristo fez por mim. A parte de Deus é operar, é ele quem opera o querer e o efetuar. A parte do homem é cooperar, aceitar o que Deus fez em Cristo, e quer fazer no homem. Vale a pena notar que Cristo CUMPRIU a lei, a nós não é pedido que a cumpramos e, sim, que a GUARDEMOS.

Então queridos amigos, GUARDEMOS e obedeçamos a Lei do Senhor para que possamos estar em harmonia com Sua Santa Vontade e ter-mos vida.

Quer saber onde está escrita a Lei de Deus? Êxodo 20.

Que a graça de Jesus, o amor de Deus o Pai, e a comunhão do Espírito sejam com todos, Amém.

Documento extraído do Blog do irmão em Cristo, Rogério Buzzi

terça-feira, 22 de junho de 2010

Galanteio à moda antiga!

Às éguas dos carros de Faraó te comparo, ó querida minha. Cantares 1:9

A Bíblia é um livro oriental e sua linguagem está repleta de expressões que chocam a mente ocidental. Um exemplo desse fato está no texto de hoje, em que Salomão – um homem muito habilidoso no trato com as mulheres – compara a amada Sulamita às éguas dos carros de Faraó.
A Sulamita deve ter-se sentido lisonjeada com tais palavras. Entretanto, se um rapaz de nossa sociedade quisesse imitar Salomão e comparasse a namorada a uma égua, estaria cometendo uma grosseria que talvez lhe custasse um olho roxo.
Por que essa diferença de reação? Simplesmente porque os tempos, as circunstâncias e a cultura são outros. Mil anos antes de Cristo, na Palestina, comparar uma jovem às éguas dos carros do Faraó era considerado um elogio, pois as parelhas de tais carros eram animais de estirpe, luzidios, ricamente adornados com metais preciosos, laços e plumas, o que os tornavam realmente figuras elegantes e admiradas.
Por isso, o que naquela época, no Oriente, era elogio, hoje, no Ocidente, é grosseria. Aqui e agora rapazes e mocinhas se comparam com gatinhos e gatinhas. Entre nós a comparação com eqüinos é sempre ofensiva.
O tempo que nos separa de Moisés, o autor do Pentateuco, é de mais ou menos 3.500 anos. Nesse longo período não somente a linguagem, mas também a cultura e as circunstâncias mudaram muito. A falha em observar esses fatores tem levado as pessoas a praticar inúmeras distorções das verdades bíblicas.
Temos um desses exemplos no livro de Gênesis, capítulo 3, onde se acha o relato da queda do ser humano. E como uma das conseqüências do pecado, a mulher sofreria durante a gravidez, e “em meio de dores” daria à luz filhos (v. 16). Por causa dessa afirmação, há extremistas que se opõem a anestesia e qualquer outro método que alivie as dores do parto.
Outros lêem: “Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra” (Gn 1:28), e se recusam a fazer qualquer planejamento familiar, entendendo que essa ordem divina pressupõe ter o maior número possível de filhos.
Qualquer método anticoncepcional seria, nesse caso, contrário à vontade de Deus.
A necessidade de se explicar a Escritura é indicada pelo episódio entre Filipe e o eunuco. Este último estava lendo o livro do profeta Isaías, quando Filipe se aproximou e perguntou-lhe: “Compreendes o que vens lendo? Ele respondeu: Como poderei entender, se alguém não me explicar?” (At 8:30, 31).

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Alegorias e parábolas!

Então, se aproximaram os discípulos e Lhe perguntaram: Por que lhes falas por parábolas? Mateus 13:10

Na Bíblia há vários sistemas literários, como alegorias, parábolas, metáforas, hipérboles, provérbios, poesias e outros mais. Vamos ver os dois primeiros hoje. Alegoria é um modo de expressão que apresenta um objeto para dar ideia de outro. Um exemplo disto se encontra no Salmo 80, onde Israel é comparado a uma videira do Egito. Essa muda tenra foi transplantada e deitou raízes na Terra Prometida. Isto ilustra como Deus trouxe o Seu povo do cativeiro egípcio e os levou para a Palestina, onde eles prosperaram e se multiplicaram. Em João 15 Cristo usa uma alegoria semelhante – a da videira e os ramos.
A parábola típica utiliza-se de um evento comum da vida natural para acentuar ou esclarecer uma importante verdade espiritual. As parábolas eram um dos sistemas de ensino preferidos por Cristo.
Em Mateus 13:10, 11, Jesus explicou aos discípulos por que falava por parábolas. O primeiro objetivo é revelar a verdade aos crentes. E o segundo é exatamente o oposto: ocultar a verdade daqueles que endurecem o coração contra ela. Vamos ver como as parábolas ajudam a compreender algumas verdades que Cristo queria que ficassem guardadas para sempre na memória.
Se Jesus tivesse dito: “Vocês devem ser persistentes em sua vida de oração”, Seus ouvintes esqueceriam disso cinco minutos depois. Em vez disso, contou-lhes uma parábola, de uma viúva, que continuou rogando a um juiz iníquo que a ajudasse, até que o juiz, por fim, resolveu atender aos pedidos dela e fazê-la parar com as queixas (Lc 18).
Cristo, então, fez a aplicação da parábola: se um juiz injusto, que pouco se importa com uma viúva, pode ser levado a agir mediante súplicas persistentes, quanto mais um amorável Pai celestial responderá aos que são constantes em orar a Ele.
De igual modo, Cristo poderia ter dito: “Sejam humildes quando orarem”. Em vez disso, contou-lhes a parábola do fariseu e do publicano, que subiram ao templo para orar (Lc 18:9-14). O orgulho ridículo do fariseu e a humildade do publicano ensinam a lição de Cristo de modo simples, mas inesquecível.
Através de Suas parábolas, Cristo tornou o reino de Deus compreensível aos humildes de coração. E delas emerge a grande verdade: se você se sente à vontade com o reino de Deus aqui e agora, também o sentirá durante a eternidade. E a recíproca é verdadeira.



segunda-feira, 14 de junho de 2010

Quem diz o povo ser Jesus?

Indo Jesus para os lados de Cesareia de Filipe, perguntou a Seus discípulos: Quem diz o povo ser o Filho do Homem? Mateus 16:13

Jesus é, sem dúvida, a figura mais controversa da História. Se perguntássemos ao povo, hoje, “quem foi Jesus?”, obteríamos uma variedade de respostas: “Um celibatário”, “um pacifista”, “um líder guerrilheiro”, “um político ingênuo”, “um líder carismático”, “um mágico”, “um grande mestre”.
Ele realmente deve ter sido um homem notável, para ser visto de tantas maneiras diferentes. Mesmo em Seu tempo, as opiniões a Seu respeito divergiam muito. Quando Cristo perguntou aos discípulos: “Quem diz o povo ser o Filho do Homem”, eles responderam: “Uns dizem: João Batista; outros: Elias; e outros: Jeremias ou algum dos profetas” (Mt 16:14). O próprio Cristo disse que alguns O consideravam “um glutão e bebedor de vinho” (Lc 7:34).
Jesus abriu a discussão a Seu respeito porque o Seu tempo estava se esgotando. Logo Ele deveria “seguir para Jerusalém e sofrer muitas coisas dos anciãos, dos principais sacerdotes e dos escribas, ser morto e ressuscitado no terceiro dia” (Mt 16:21). Será que eles haviam entendido quem Ele era e qual Sua missão? Estavam os doze preparados para continuar a obra após Sua morte? Se ninguém houvesse entendido essas questões, a fé cristã não sobreviveria à Sua ausência.
Se Ele fosse considerado apenas um “Mestre vindo da parte de Deus” (Jo 3:2), ou um dos profetas ressuscitado dos mortos, Sua morte não teria maior significado do que a de qualquer outro grande homem.
Para que alguém encontrasse salvação na cruz do Calvário seria preciso, primeiramente, reconhecer que Aquele que estava pendurado na cruz não era outro senão o Filho de Deus, o Salvador do mundo, o Messias, o Cristo.
“Jesus, obviamente, sabia muito bem o que o povo pensava dEle. A razão dessa pergunta feita aos discípulos foi a de preparar-lhes a mente para a pergunta seguinte: o que eles próprios pensavam dEle” (SDA Bible Commentary, v. 5, p. 429).

O que pensa você de Jesus? A resposta é essencial, porque dela depende seu destino eterno. Amanhã retomaremos este tema.


sexta-feira, 11 de junho de 2010

O pregador que se julgava perdido – 2

Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. Romanos 5:1

Vimos, ontem, que todo o esforço missionário e evangelístico do pastor Carlyle Haynes não lhe granjearam a paz com Deus que ele tanto ansiava obter. Então, ele fez o que todo cristão precisa fazer antes de mais nada. Leiamos a continuação do seu testemunho:
“Graças à misericórdia de Deus e à bênção do Espírito Santo, fui subitamente despertado para o fato de que, em toda a minha ligação com Deus e Sua obra, eu havia negligenciado a atitude simples e infantil de vir a Jesus por mim próprio, em primeiro lugar, e pela fé nEle, receber o perdão de meus pecados. Durante todos aqueles anos imaginei que meus pecados tivessem sido perdoados, mas nunca pude ter certeza disso.
“E após 15 anos de pregação, Deus me trouxe de volta aos pés da cruz. Então percebi que havia pregado o evangelho durante 15 anos, sem no entanto ser um homem convertido.
“Assim, fui a Cristo como se jamais O tivesse conhecido antes. Apresentei meus pecados a Jesus, e pela fé recebi Seu perdão. E agora não mais estou confuso acerca desse assunto.
“Mas notei que algo mais era necessário. Eu ainda possuía os mesmos velhos problemas: as mesmas paixões, apetites, concupiscências, desejos e inclinações. Achei necessário entregar todo o meu ser – minha vida, meu corpo, minha vontade, todos os meus planos e ambições – ao Senhor Jesus e recebê-Lo, não apenas como perdoador de meus pecados, mas como meu Senhor, minha justiça, e minha própria vida” (Ministry, 1986, p. 4-6).
Em outras palavras, Carlyle Haynes fez uma entrega total a Cristo, e a partir daquele momento, mudou completamente o seu ministério.
É possível que você também esteja se perguntando: “O que posso fazer para libertar-me de meu sentimento de culpa? O que devo fazer para endireitar as coisas com Deus? Como ter paz com Deus?”
A Bíblia nos oferece a resposta em Romanos 5:1: “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo.”
Confessando nossos pecados a Deus, aceitando pela fé o Seu perdão, e a Jesus como Senhor absoluto de nossa vida, conquistaremos a paz que excede todo entendimento.
E para manter essa paz, é preciso permanecer em contato com Cristo, através da oração pessoal e do estudo de Sua Palavra. Esse é o único esforço que precisamos despender. Os frutos, as boas obras, surgirão como consequência natural.

Sem tensão nem temores.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Atualizações de Volta!!!

Amigos estou de volta com minhas atualizações no meu blog, quero pedir desculpas pelos dias que não atualizei o Blog. Segue uma meditação linda para hoje. Abraços a todos!!!

Meditação para Hoje:

O pregador que se julgava perdido – 1

Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Romanos 8:1

O Pastor Carlyle Haynes se aposentou em 1955, após trabalhar 50 anos como pastor, administrador e evangelista. Foi presidente da Divisão Sul-Americana, de 1926 a 1930. Escreveu 45 livros e centenas de artigos, que foram traduzidos para mais de 20 línguas. E ele teve a coragem de contar sua experiência, em um Concílio de Obreiros da Associação Geral, em 1926, que reproduzimos aqui, resumidamente:
“Durante os primeiros anos de meu ministério, minha experiência pessoal com Deus nunca me preocupou muito. Eu achava que tudo devia estar bem entre Deus e eu, pois estava fazendo Sua obra. Estava pregando Sua mensagem e levando pessoas a aceitá-la.
“Aqueles anos foram de muita atividade, e a atividade expulsava de minha mente toda e qualquer percepção de minha própria necessidade. Descobri que minha oratória era persuasiva e convencia os ouvintes. Parecia que Deus me aceitava, e que a vida eterna me estava garantida.
“Mas há oito ou dez anos comecei a me preocupar no tocante a minha experiência pessoal com Cristo. Daí fiquei em dúvida quanto a ser eu realmente aceito por Deus. Então, achei que o que eu devia fazer era lançar-me com toda a energia e com mais ardente esforço na pregação da mensagem. Além disso, tornei-me mais rigoroso em meu apego à fé.
Endireitei algumas coisas relacionadas com a observância do sábado e me tornei mais escrupuloso em minha obediência a Deus.
“Mas minhas atividades em nada me ajudaram, pois descobri que não tinha poder em minha vida para resistir às tentações do maligno, e que estava sendo derrotado vez após vez. Cheguei a duvidar que as três mensagens angélicas tivessem poder para levar uma pessoa a viver uma experiência vitoriosa.
“E então experimentei uma angústia indescritível. Defrontei-me face a face com a profunda convicção de que, embora fosse um pregador do evangelho havia 15 anos, eu estava perdido – completamente perdido!
“Eu não sabia o que fazer. Havia feito um esforço supremo para viver da maneira como eu entendia que Deus queria que eu vivesse. Não estava fazendo nada conscientemente errado. Mas, apesar disso, surgira em mim a convicção de que estava perdido aos olhos de Deus. E quase cheguei a pensar que não havia meio de salvação.”

Leia, amanhã, a solução que o Pastor Haynes encontrou, e que poderá ser a solução para você também.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Como devemos aguardar a volta de Cristo?

Negociai até que eu volte. Lucas 19:13


Desde que Cristo ascendeu aos céus, Seu retorno tem sido considerado iminente. O livro de Atos mostra que os cristãos primitivos esperavam que Cristo retornasse dentro de pouco tempo. As maravilhas e sinais executados pelos apóstolos   (At 2:43) eram considerados sinais do breve retorno de Cristo. A única coisa que faltava era o Seu glorioso aparecimento. À luz dessa expectativa, os discípulos acharam conveniente esperar a volta de Cristo em reuniões de oração e louvor a Deus. Eles não pensavam em organizar grupos evangelísticos para pregar o evangelho por todo o império. Também não pareciam preocupados em aumentar suas propriedades ou aperfeiçoar sua experiência vocacional. “Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade” (At 2:44, 45). Tal era o senso de urgência quanto à vinda de Cristo entre os cristãos primitivos.
Algumas pessoas haviam deixado de trabalhar, e estavam vivendo às custas de irmãos diligentes, alegando que “isto era desnecessário, em vista da segunda vinda” (SDA Bible Commentary, v. 7, p. 280). O apóstolo Paulo os repreendeu dizendo: “Se alguém não quer trabalhar, também não coma” (2Ts 3:10).
Atitude semelhante foi adotada pelos mileritas, que aguardaram a volta de Jesus para 22 de outubro de 1844. Quando se aproximou o grande dia, eles abandonaram seus empregos e plantações, e passaram os dias restantes em reuniões de oração.
Nada há de condenável nas reuniões de oração. O problema é não fazer mais nada além disso, pois “a oração não é substituto para o trabalho”.
Aí está uma razão porque Cristo não revelou o dia da Sua vinda. Se Ele tivesse dito aos discípulos: “Eu só voltar após o ano 2000”, eles provavelmente teriam desanimado, sua pregação teria outro enfoque, e seu preparo espiritual talvez não fosse adequado. Por outro lado, se nós, hoje, soubéssemos que Ele viria dentro de algumas semanas, não faríamos o mesmo que os mileritas? Abandonaríamos trabalho, estudos, planos para o futuro, e ficaríamos aguardando em reuniões de oração o grande evento. Mas esse não é o plano de Deus.
Em Seu sermão profético, Jesus disse que as pessoas estariam trabalhando quando Ele viesse: “Então, dois estarão no campo, um será tomado, e deixado o outro; duas estarão trabalhando num moinho, uma será tomada, e deixada a outra” (Mt 24:40, 41).

Vamos trabalhar e orar até que Ele venha.













sexta-feira, 28 de maio de 2010

Consciência culpada!

De nenhum modo Me lembrarei dos seus pecados e das suas iniquidades, para sempre. Hebreus 10:17

Segundo testemunhas, a rodovia I-95, no estado da Flórida, EUA, contém, a certa altura, uma placa amarela com os dizeres: “Inspeção de narcóticos logo adiante”. Não há tal inspeção, mas alguns motoristas, ao verem o aviso, entram em pânico e imediatamente fazem um retorno proibido. Então são detidos e o seu carro vasculhado.
Uma consciência culpada leva as pessoas a ver coisas que não existem e a cometer tolices e atos destrutivos. O ex-primeiro-ministro Britânico, William Gladstone, tinha, no porão de sua casa, uma coleção de açoites com os quais se flagelava regularmente. A maioria das pessoas, hoje em dia, não chega a esse ponto, mas bebe até cair ou se droga para não ter de conviver com uma consciência culpada.
O sentimento de culpa cobra caro da mente e do corpo. Leva-nos a imaginar problemas que não temos e destrói nossa autoestima. Como libertar-nos desse monstro?
Tranquilizantes não resolvem. Pensamento positivo também não, pois não tira a culpa do pecado. Se você ofendeu alguém, procure-o e peça-lhe perdão. É difícil, mas dá resultado imediato. Se pecou contra Deus, faça o mesmo: ajoelhe-se e peça-Lhe perdão. Não há outra alternativa.
O Sr. Carlos estava ao volante de seu carro, quando uma senhora amassou-lhe o paralamas com o carro dela. Ela admitiu a culpa e começou a chorar ao ver o próprio carro, com apenas dois dias de uso, amassado. Como poderia ela encarar o marido agora? O Sr. Carlos ficou com pena dela, mas lhe disse que precisavam fazer ocorrência. A mulher procurou no porta-luvas os documentos, que estavam dentro de um envelope, e ao abri-lo, encontrou um papel, com as seguintes palavras: “Querida, em caso de acidente, lembre-se de que é você que eu amo, não o carro.”
Estas são as palavras de Deus a nós. É a nós que Ele ama. E porque nos ama, Ele perdoa nossos pecados.
Um homem era dono de um Rolls Royce. Um dia, o carro teve uma falha mecânica. O homem entrou em contato com a firma onde comprara o carro e, então, um mecânico foi enviado da Inglaterra para consertar o veículo. Após esperar algumas semanas, o homem escreveu para a fábrica, na Inglaterra, pedindo a conta do conserto. E recebeu a seguinte resposta: “Não temos registro de nenhum Rolls Royce com falha mecânica.”
Se nos arrependermos e confessarmos nossos pecados, Deus nos dirá, um dia: “Não consta em nossos registros nenhum pecado seu.”

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Como mudar a natureza humana?

Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo. Ez. 36:26

Nenhuma religião, por melhor que seja, pode transformar a natureza do ser humano. Essa é uma atribuição exclusiva de Cristo, mas Ele só fará isso se a pessoa deixar. Vamos ver se entendemos melhor esse fato, através da seguinte ilustração:
Malcolm Smith possuía um cãozinho chamado Fred. Ele era muito engraçadinho, mas tinha um defeito: adorava morder, só de brincadeira, as pernas de qualquer pessoa que passasse pela calçada. E as pernas mais apetitosas e que ele mais gostava de morder eram as do carteiro – geralmente as preferidas por todos os cachorros. Quando o carteiro se aproximava, Fred se preparava para a sua diversão predileta.
Mas o carteiro não sentia o mesmo prazer com essa brincadeira. E reclamou para os donos. Ou eles davam um jeito no cachorro ou ele não traria mais a correspondência.
A solução encontrada pelos donos foi comprar uma focinheira para o Fred – uma espécie de mordaça, em que o cachorro consegue latir, meio de boca fechada, um latido que mais parece um resmungo, mas não consegue morder.
Com a focinheira na boca de Fred, a paz voltou a reinar naquela rua. As pessoas já podiam caminhar pela calçada em segurança. Entretanto, embora Fred tivesse se tornado inofensivo, nada havia mudado nele. Todos os dias ele se sentava bem quietinho, na calçada, cobiçando as pernas dos pedestres, especialmente as do carteiro, mas sem poder fazer nada, porque a focinheira não deixava. Os donos haviam mudado o comportamento do animal, mas não a natureza dele.
Assim acontece também com a religião: ela pode mudar o comportamento social das pessoas, mas não a natureza delas. Para haver uma transformação real e completa é essencial a ação divina no coração. A Palavra de Deus nos diz: “Dar-vos-ei coração novo, e porei em vós espírito novo” (Ez 36:26).
Para mudar a natureza do homem é necessário mudar o seu interior, o coração, e isso só Deus pode fazer. Mas é importante repetir: Ele só fará isso se nós deixarmos. “O Espírito trabalha no coração do homem de acordo com o seu desejo e consentimento, nele implantando natureza nova”            (Parábolas de Jesus, p. 411).
Cristianismo nada mais é do que convivência com Deus. O restante – boas obras, bom comportamento, testemunho, é tudo consequência. Façamos de Jesus o nosso Companheiro constante. Permitamos a operação do Espírito Santo em nossa vida e Ele implantará em nós a natureza divina.


quarta-feira, 26 de maio de 2010

Audio do Programa A Voz da Profecia!

Olá amigos Bom Dia!
A partir da próxima semana vamos disponibilizar para você que não teve como ouvir o nosso programa, o audio do mesmo para que você não perca as deliciosas mensagens que os pastores colocam para nós. Se possivel for, na próxima semana já o teremos aqui. Tenham todos um ótimo dia e segue nossa meditação para o dia de hoje abaixo:

Julgando pela aparência!


Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça. João 7:24


Malcolm Forbes conta que uma senhora, usando um vestido de algodão já desbotado, e seu marido, trajando um velho terno feito à mão, desceram do trem em Boston, EUA, e se dirigiram timidamente ao escritório do presidente da Universidade Harvard. Eles não haviam marcado entrevista.
A secretária, num relance, achou que aqueles caipiras do interior nada tinham a fazer em Harvard.
– Queremos falar com o presidente – disse o homem em voz baixa.
– Ele vai estar ocupado o dia todo – respondeu rispidamente a secretária.
– Nós vamos esperar.
A secretária os ignorou por horas a fio, esperando que o casal finalmente desistisse e fosse embora. Mas eles ficaram ali, e a secretária, um tanto frustrada, decidiu incomodar o presidente, embora detestasse fazer isso.
– Se o senhor falar com eles apenas por alguns minutos, talvez resolvam ir embora – disse ela.
O presidente suspirou com irritação, mas concordou. Alguém da sua importância não tinha tempo para atender gente desse tipo, mas ele detestava vestidos desbotados e ternos puídos em seu escritório. Com o rosto fechado, ele foi até o casal.
– Tivemos um filho que estudou em Harvard durante um ano – disse a mulher. – Ele amava Harvard e estava feliz aqui. Mas, um ano atrás ele morreu num acidente e gostaríamos de erigir um monumento em honra a ele em algum lugar do campus.
– Minha senhora – disse rudemente o presidente –, não podemos erigir uma estátua para cada pessoa que estudou em Harvard e morreu. Se o fizéssemos, este lugar pareceria um cemitério.
– Oh, não – respondeu rapidamente a senhora. – Não queremos erigir uma estátua. Gostaríamos de doar um edifício à Harvard.
O presidente olhou para o vestido desbotado da mulher e para o velho terno do marido, e exclamou:
– Um edifício! Os senhores têm sequer uma pálida ideia de quanto custa um edifício? Temos mais de sete milhões e meio de dólares em prédios aqui em Harvard.
A senhora ficou em silêncio por um momento, e então disse ao marido:
– Se é só isso que custa para fundar uma universidade, por que não termos a nossa própria?
O marido concordou. O casal Leland Stanford levantou-se e saiu, deixando o presidente confuso. Viajando para Palo Alto, na Califórnia, eles estabeleceram ali a Universidade Stanford, em homenagem a seu filho,  ex-aluno da Harvard.
Não se deve julgar as pessoas pela aparência, e os mais pobres devem ser tratados com bondade.

Que aprendamos essa lição. Esse é um grande problema que hoje temos até mesmo dentro das religiões. Cuidado!!!


terça-feira, 25 de maio de 2010

Temperando a razão com amor!


Vede, porém, que esta vossa liberdade não venha, de algum modo, a ser tropeço para os fracos. 1 Coríntios 8:9

Conheci, em minha infância, o Sr. Teobaldo, que parecia sentir o desejo de mostrar publicamente que estava certo, mesmo que isso custasse a vida de alguém.
No centro de minha cidade natal havia um cinema. E quando começava a sessão da noite, a rua em frente era fechada ao tráfego. Muitos pedestres se aglomeravam então no meio da rua, formando rodinhas para conversar, e ali aguardavam a saída do cinema. Tão logo a sessão acabava, a rua era novamente aberta ao trânsito.
Muitos pedestres, porém, continuavam conversando no meio da rua, distraídos. Nessas circunstâncias, vi várias vezes o Sr. Teobaldo, fazendo do seu carro uma arma, arremeter contra a multidão distraída. Os pedestres pulavam para os lados, atropelando-se para não serem atropelados, e gesticulando furiosos para o Seu Teobaldo, que abria alas na multidão, com o pé no acelerador e a mão na buzina.
Ele parecia pensar: “Eu estou no meu direito. A rua está aberta, e se eles não saírem da frente, eu passo por cima!”
Este é o perigo de ter razão: o de estar disposto a passar por cima dos outros. É provável que quanto maior for o desejo de mostrar que estamos com a razão, menor seja a nossa compaixão, a consideração que devemos ter pelos outros, mesmo com aqueles que estão errados.
O cristão deve estar disposto até a ser crucificado de cabeça para baixo para não transigir com os princípios. Nisto ele não pode ceder. Por outro lado, deve fugir de discussões tolas, em torno de ninharias. Nesses casos, é melhor ceder logo, mesmo tendo razão.
Os levitas, sacerdotes e profetas estavam isentos de pagar o imposto para a manutenção do Templo. Como profeta, Jesus não era obrigado a pagá-lo. “Mas, para que não os escandalizemos”, disse Jesus a Pedro, “vai ao mar, lança o anzol, e o primeiro peixe que fisgar, tira-o; e, abrindo-lhe a boca, acharás um estáter. Toma-o, e entrega-lhes por mim e por ti” (Mt 17:27). Jesus não perdeu tempo discutindo com os coletores do Templo, e provando-lhes que estava isento. Pagou o imposto e pronto.
O apóstolo Paulo sabia que não tinha a menor importância comer alimentos sacrificados aos ídolos. Ele podia comê-los com a consciência tranquila. Mas não usou sua liberdade para ferir as pessoas ou servir de tropeço para os fracos.

É bom estar certo. Mas que isto não seja uma parede de separação entre nós e os outros.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

namoro cristão jugo desigual

Quem se lembrará de nós?


Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, Eu, todavia, não Me esquecerei de ti. Isaías 49:15.




Um dia descobri no livro “O Biênio 1824/25 da Imigração e Colonização Alemã no Rio Grande do Sul”, de Carlos H. Hunsche, que o primeiro antepassado meu a pisar em solo brasileiro, se chamava Cristiano Henrique Scheffel e chegou a São Leopoldo, RS, em 26 de novembro de 1825.
Fiquei contente por saber um pouco mais sobre minhas origens, pois geralmente só conhecemos pais, avós, e quando muito, bisavós. Conhecer tetravós é mais raro, e dali para trás, só nos tempos do Antigo Testamento, quando as pessoas viviam mais do que hoje. Adão instruiu sua posteridade até a nona geração (Patriarcas e Profetas, p. 82).
Das pessoas que viveram neste mundo a maioria desapareceu sem deixar vestígio. A sua memória “jaz no esquecimento”, pois os historiadores só registram os nomes daqueles que fizeram algo notável, para o bem ou para o mal. Muitos assassinos ocupam um lugar na História, embora seja melhor ser esquecido do que lembrado como criminoso. Quem hoje se orgulharia de ser parente de Hitler?
Os personagens bíblicos se preocupavam em deixar um bom nome à sua posteridade. Os construtores da torre de Babel quiseram tornar célebre o seu nome (Gn 11:4). O sábio Salomão disse que “mais vale o bom nome do que as muitas riquezas” (Pv 22:1). O povo de Israel considerava uma tragédia que o nome de uma família ficasse esquecido, e formularam leis especiais, como a lei do levirato, para evitar que isso acontecesse (Dt 25:5-10).
Deus também não quer que nos esqueçamos de nossa origem, e essa é uma das razões por que instruiu Lucas a incluir em seu evangelho a genealogia de Jesus Cristo, que termina com as magníficas palavras: “Cainã, filho de Enos, Enos, filho de Sete, e este, filho de Adão, filho de Deus” (Lc 3:38). Sem dúvida, uma linhagem bem mais honrosa do que seria: “Adão, filho de um antropoide, filho de um chimpanzé, filho de um anfíbio, filho de um molusco, filho de uma ameba.”
Quem se lembrará de nós? Aquele que “chama pelo nome as Suas próprias ovelhas” (Jo 10:3), o mesmo que escreveu nosso nome no Livro da Vida. Só Ele poderá tornar o nosso nome célebre e inesquecível.


Lembremo-nos dEle, e Ele Se lembrará de nós.


quinta-feira, 20 de maio de 2010

Quando o silêncio é eloquência!


Depois daquela voz, achou-Se Jesus sozinho. Eles calaram-se e, naqueles dias, a ninguém contaram coisa alguma do que tinham visto. Lucas 9:36
Os historiadores contam que, na noite que precedia uma grande batalha, os oficiais de Napoleão iam todos, um a um, à tenda de seu comandante. Era uma estranha procissão aquela, pois ninguém dizia uma palavra na presença de Napoleão. Cada homem apenas olhava nos olhos de seu comandante, apertava-lhe a mão, e então saía da tenda pronto a depor a vida por seu amado general.
Um dia, Jesus subiu ao Monte Tabor, acompanhado de Pedro, Tiago e João. Os discípulos, com certeza, não estavam preparados para o que iria acontecer ali. Embora estivessem com muito sono, conseguiram ficar de olhos abertos e viram algo do qual jamais se esqueceriam. Eles viram a glória em que apareceram Moisés e Elias, e então foram todos envolvidos por uma nuvem. “E dela veio uma voz, dizendo: Este é o Meu Filho, o Meu eleito; a Ele ouvi”  (Lc 9:35). Quando a voz falou e a nuvem se retirou, Moisés e Elias haviam desaparecido. Lucas então nos diz que os discípulos se calaram e não contaram a ninguém do que tinham visto.
Há certas experiências para as quais as palavras são inadequadas. Como traduzir em palavras, por exemplo, o que os pais sentem ao ver o seu primeiro filho recém-nascido?
Que palavras poderão ser ditas para confortar alguém que perdeu o marido, a esposa ou um filho? E ainda mais impressionante: o que dizer após estar na presença do Deus vivo? Os discípulos se calaram, e esta foi a reação apropriada.
Ralph Harper escreveu: “As coisas sérias precisam ser feitas em silêncio. Em silêncio os homem amam, oram, compõem, pintam, escrevem, pensam, e sofrem.”
Muitos de nós tememos o silêncio. Sentimo-nos desconfortáveis quando a conversa acaba. Mas há certas situações em que o silêncio é eloquência. Algumas delas são assim descritas por Ellen White:
“O Senhor quer que Seu povo enterre as questões políticas. Sobre esses assuntos, o silêncio é eloquência” (Fundamentos da Educação Cristã, 475).
“Se vos forem dirigidas palavras impacientes, nunca respondais no mesmo tom. Lembrai-vos de que ‘a resposta branda desvia o furor’ (Pv 15:1). Há um poder maravilhoso no silêncio” (A Ciência do Bom Viver, p. 486).
“As coisas reveladas são para nós e nossos filhos, mas quanto às não reveladas, e que não têm que ver com nossa salvação, o silêncio é eloquência” (Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 25).

Há tempo de parar de falar e ouvir em silêncio a voz de Deus.


segunda-feira, 17 de maio de 2010

Jugo Desigual! Orientações!

Hoje acordei muito preocupado com algumas situações que andam acontecendo com aqueles que se dizem seguidores da verdade! Aprecio muito àqueles que procuram seguir as verdades reveladas na Bíblia Sagrada e as praticam. Não sou santo. Sou falho e pecador como todos. A Bíblia diz que "não há um justo, nenhum sequer"  Rom. 3: 10, mas procuro sempre orientar e admoestar nossos jovens e adolescentes no tocante ao que devemos fazer para agradar ao nosso grande Deus. Mas o que vemos, infelizmente, é que alguns não se conformam em ser admoestado para praticar o que é correto aos olhos de Deus, muitos até, por não estudarem mais as literaturas da igreja ou mesmo a Bíblia, não sabem de muitas coisas, porém fazemos, como líderes que somos da igreja, a nossa parte, que é o de aconselhar, orientar. Mas para a minha tristeza e decepção alguns de nossos melhores colaboradores do Reino de Deus, hoje em dia, não querem mais acatar orientações dadas com amor e carinho para que lá na frente não venham a se decepcionar com algumas atitudes errôneas que tomam. Por falar em atitudes desordenadas, chamo a atenção de vocês para o que vi no blog do irmão Pr. Gilson Medeiros, grande colaborador dessa obra no tocante a um probleminha que estamos vendo entrar na vida de nossos jovens como se "não tivesse nada a ver" que é o caso do famoso Jugo Desigual. Outra coisa muito importante que eu gostaria de salientar aqui é que: quem decide se colocar um Jugo Desigual, de uma certa forma está se rebelando contra uma ordem de Deus dada em sua palavra que você verá em seguida no documentário abaixo. E uma vez que eu me coloco contra os princípios de Deus acho-me em falta. E o Manual da Igreja Adventista do Sétimo Dia na pág. 194 - Edição Revisada em 2005, coloca para nós que todas as vezes que qualquer um de nós, membros da igreja, nos achamos em falta perante Deus e Seus princípios somos passiveis de uma disciplina por censura. O que é isso? Disciplina por censura é aquela que visa admoestar, ajudar e orientar. O membro faltoso é privado de assumir cargos que possa ter na igreja e do privilégio de ser eleito para qualquer cargo durante o período de sua censura que não pode ultrapassar aos 12 meses (01 ano). Saliento também que toda disciplina eclesiástica visa levar o membro faltoso a uma reflexão sobre sua conduta e posterior retorno às origens divinas pela qual nunca deveriam ter saido. Diz o Senhor em Sua Palavra: "Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te" Apoc.3:19. Quem disciplina seus filhos é porque os ama muito, não é? Deus faz isso porque nos ama e quer ver mudanças em nossas vidas. E infelizmente temos pessoas dentro de nossas igrejas que acham isso Abuso de autoridade, quando amamos tanto a alguém e queremos tirá-los do caminho da falta. Oremos muito por essas pessoas que assim pensam e agem. Oremos para que nós decidamos estudar mais a Palavra de Deus, o Espírito de Profecia e outras literaturas ricas em orientações para nós. Por isso resolvi colocar algumas coisas, mas algumas orientações sobre esse assunto aqui em meu blog porque tenho certeza de que algumas pessoas, por mais tempo que tenham de igreja, ainda não conhecem muito sobre esse polêmico assunto. Segue:

O que é o Jugo Desigual?

Aqueles que trabalham com aconselhamento para jovens e adolescentes já perceberam que existem algumas temáticas que estão ficando cada vez mais frequentes: estilos de música, depressão, masturbação, bebidas alcoólicas, divertimentos, sexo antes do casamento, entre outros.

Um desses “outros” temas muito discutido e, infelizmente, presente em grande parte de nossas congregações é o JUGO DESIGUAL, ou seja, o namoro, noivado ou casamento de um Adventista com um não-Adventista, apesar dos frequentes apelos e orientações enviadas às igrejas, através dos livros, revistas, lições e demais publicações voltadas ao público jovem. Parece que, em matéria de “coração”, não damos muita atenção ao “Assim diz o Senhor”.

É comum ouvirmos expressões do tipo:




“Na igreja não há bons rapazes para se namorar”.


“As meninas são muito inconstantes”.


“Meu(minha) namorado(a) não é Adventista, mas é mais cristão(ã) do que muitos Adventistas que conheço”.


“Já procurei mas não encontrei ninguém que me atraia na igreja”.


“Ele(a) é super compreensivo, e não me impede de viver a minha fé”.


“Eu tenho certeza que ele(a) se converterá futuramente”.


“Eu conheço um casal que casou em jugo desigual, mas depois ele(a) se converteu e hoje vivem felizes na igreja”.


E por ai vai…


Este tema é muito importante, pois é uma das maiores causas de apostasia entre os jovens Adventistas da atualidade. Portanto, é necessário que ele seja amplamente debatido e os jovens recebam o devido aconselhamento para que tenham relacionamentos saudáveis, duradouros e fundamentados na Palavra de Deus – nossa FONTE de fé e prática. Não basta apenas “disciplinar”.

Em 2003, quando realizei um trabalho evangelístico na cidade de Maceió-AL, conheci uma jovem senhora que, na época, já fazia 22 anos que estava casada, e me falou que NUNCA havia sido feliz em seu casamento. O motivo? Jugo desigual…

Ela era uma jovem atuante na igreja, nascida em lar Adventista, mas que se deixou influenciar por uma “paixão” da adolescência, que transformou-se em namoro, noivado e… casamento. Seu esposo, desde o início, demonstrou que não era um “bom partido”, mas ela me disse que parecia estar “cega” aos sinais que Deus lhe enviava constantemente. O resultado? Uma vida inteira de infelicidade e declínio na fé, e agora com os filhos…

Devido ao fato de o número de mulheres ser bem superior ao de homens em nossas congregações, parece que as jovens estão mais sujeitas a enveredarem pelos caminhos tortuosos e perigosos do jugo desigual. Por isso, os líderes (pastores, anciãos, diretores de jovens, etc.) precisam atentar para uma “lacuna” que existe em alguns lugares, no sentido de que não são promovidos encontros, seminários, eventos, etc., que permitam aos jovens Adventistas conhecerem outros solteiros dentro dos nossos “arraiais”. A Internet tem ajudado para encurtar distâncias, mas, como eu disse recentemente a uma jovem que me procurou para aconselhamentos neste sentido, todo homem na Internet é rico, bonito, inteligente, romântico, respeitador, etc… Portanto, queridas jovens, cuidado! rsrs

1. O Jugo Desigual


A Bíblia contém amplos conselhos que orientam a uma boa escolha do parceiro para a vida. Em 2Co 6:14 encontra-se um excelente e clássico exemplo: “não vos prendais ao jugo desigual com os incrédulos”.

Já na época de Abraão, havia preocupação por parte dos pais religiosos sobre este assunto (Gên. 24:3). O Comentário Adventista diz que “a demora em fazer planos para o casamento de Isaque, provavelmente se devia ao desejo de Abraão, em evitar que seu filho tomasse por esposa uma Cananéia”. Semelhantemente, Isaque pediu a Jacó para não tomar “esposa de entre as filhas de Canaã” (Gên. 28:1) pois, “ele não as via com bons olhos” (Gên. 28:8). Posteriormente, após o êxodo, Deus proíbe Seus filhos de contraírem matrimônio com as filhas das outras nações (Deut. 7:3), porque, “não pode haver felicidade nem segurança nas alianças feitas com os que não amam nem servem a Deus. As trágicas experiências de Esaú (Gên. 26:34, 35) e Sansão (Jz 14:1) são testemunho eloqüente em favor da admoestação divina de manter-se separados dos incrédulos” (CBASD).

Avançando ao Novo Testamento, observar-se-á que Paulo também coloca a impossibilidade de ligação entre o santuário de Deus e os ídolos, por isso, um acordo ou uma aliança entre crentes e incrédulos é igualmente inconcebível. Pois, “quando se trata de uma relação tão estreita como o matrimonio, o cristão que verdadeiramente ama ao Senhor, em nenhuma circunstância se unirá com um incrédulo, mesmo que tenha a nobre esperança de ganhá-lo para Cristo, o que em outras circunstancias seria digno de elogio” (CBASD).

É bom lembrar que “jugo desigual” significa uma “diferença” entre o casal, ou seja, também entre dois Adventistas ele pode ocorrer: idades muito diferentes, nível social muito diferente, escolaridade muito diferente, ideais de vida muito diferentes, etc.

2. Vitimas do Jugo Desigual


Ellen White também afirma que “o corpo deve ser o servo da mente, não a mente a serva do corpo” (Patriarcas e Profetas, pág. 562). Esse principio é fundamental na escolha de um(a) namorado(a), pois “houvesse Sansão obedecido às ordens divinas tão fielmente como fizeram seus pais, e seu destino teria sido mais nobre e mais feliz”, no entanto “uma jovem que habitava na cidade filistéia de Timna, conquistou as afeições de Sansão e ele decidiu fazer dela sua esposa. A seus pais tementes a Deus, que se esforçavam por dissuadi-lo de seu propósito, sua única resposta era: ela agrada os meus olhos. os pais finalmente aderiram aos seus desejos, e realizou-se o casamento” (Idem).

“Em sua festa nupcial foi levado sansão à associação familiar com os que odiavam a Deus. Quem quer que voluntariamente entre para uma relação tal, sentirá a necessidade de se conformar até certo ponto com os hábitos e costumes de seus companheiros… Quantas vezes se efetuam casamentos entre os que são tementes a Deus e os ímpios, porque a inclinação governa a escolha de marido e mulher!” (Idem, pág. 563).

Se o namoro em jugo desigual evolui para um casamento, como os filhos serão criados? Tomarão café ou cevada? Irão à escola dominical, sabatina ou à catequese? Comerão feijoada (mistura de “feijão” com “porcaiada”)? Acreditarão em fantasmas ou no sono da morte? No por-do-sol da sexta estarão no culto da família ou assistindo Malhação? No sábado à tarde estarão na classe bíblica do juvenis ou na “pelada” com o papai? Etc… Etc… Etc…

3. O que diz o Espírito de Profecia?


De acordo com Ellen White, “seja todo passo em direção da aliança matrimonial caracterizado pela modéstia, simplicidade, e sincero propósito de agradar e honrar a Deus. O casamento afeta a vida futura tanto neste mundo como no vindouro. O cristão sincero não fará planos que Deus não possa aprovar” (Ciência do Bom Viver, pág. 359).

É indispensável observar esses pontos, pois “é da hora de seu enlace matrimonial que muitos homens e mulheres datam seu êxito ou fracasso nessa vida, e suas esperanças de existência futura” (O Lar Adventista, pág. 43). Lembra-se do exemplo da irmão lá de Maceió?!

“Procure para lhe ficar ao lado, aquela [jovem] que esteja habilitada a assumir a devida parte dos encargos da vida, cuja influencia o enobreça e refine, fazendo o feliz com seu amor” (Idem, pág. 45-46).

“Trará aquela a quem desposais, felicidade ao vosso lar? É econômica, ou há de quando casada, gastar não somente todos os seus rendimentos, mas todos os vossos, para satisfazer a vaidade, o amor da aparência? São seus princípios corretos nesse sentido?” (Idem, pág. 46).

“Receba a jovem como companheiro vitalício tão-somente ao que possua traços de caráter puros e varonis, que seja diligente, honesto e tenha aspirações, que ame e tema a Deus” (CBV, pág. 359).

“Evitai aquele que ama a ociosidade; evitai o que for zombador das coisa sagradas”, [pois] “Deus não dá Sua sanção a uniões que Ele proibiu expressamente” (cf. Lar Adventista, pág. 47 e 61).

4. O Namoro que Deus Aprova


O namoro é um passo importante na escolha, desde que seja seguido corretamente, pois “o modo secreto pelos quais se fazem namoros e casamentos é a causa de grande quantidade de miséria, da qual só Deus conhece a completa extensão” (Fund. Educação Cristã, pág. 103) .

“O jovem que anda em companhia de uma jovem e capta a sua amizade sem o conhecimento dos pais dela, não desempenha um nobre papel cristão para com a moça e seus pais… casamentos contratados sob tais influências não estão de acordo com a palavra de Deus” (Mens. Jovens, pág. 57-58).

“Os namoros e casamentos imprudentes, profanos não podem deixar de dar em resultado disputas, contendas, condescendência com irrefreadas paixões, na infidelidade de maridos e esposas, na indisposição para refrear os desejos voluntários desordenados, e na indiferença para com as coisas de interesse eterno” (Lar Adventista, pág. 53).

“[No namoro] os filhos de Deus não devem nunca se aventurar a pisar terreno proibido. O casamento entre crentes e incrédulos é proibido por Deus. Mas muitas das vezes o coração não convertido segue seus próprios desejos, e formam-se casamentos não sancionados por Deus. Por causa disso muitos homens e mulheres estão sem esperança e sem Deus no mundo”        
(Fund. Ed. Cristã, pág. 500).

Conclusão:


Se você já casou em jugo desigual, então “carregue sua cruz” e ore para que o Espírito Santo abrande o coração não-convertido do seu cônjuge.

Se ainda não casou, não endureça os ouvidos à voz do Espírito, e não trilhe caminhos que outros já trilharam e FRACASSARAM. Não se iluda! O(a) namorado(a) compreensivo(a) e tolerante acabará se tornando um(a) marido(esposa) incompreensivo e intolerante, que já não permitirá que você viva sua fé com alegria e liberdade.

“Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo? (2Cor. 6:14-15).

Lembre-se que “incrédulos” não são, apenas, aqueles que não crêem em Deus, mas também aqueles que crêem de uma forma deturpada, que acreditam em doutrinas fundamentadas em tradições humanas (por exemplo: santidade do domingo e imortalidade da alma), e que desprezam as advertências que o Senhor concedeu ao Seu povo nestes últimos dias.

Prof.Gilson Medeiros


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