sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Bendita Esperança!!!

Olá amigos queridos, peço desculpas por não estar postando como antes. Tenho estado atarefado na Produção do meu programa de rádio e isso de uma certa forma tem contribuido para que não haja postagens diárias. Mas quero deixar claro que na próxima semana estaremos postando assuntos referentes ao PERDÃO. Como ele tráz benefícios para a alma.
Hoje deixo com vocês uma linda meditação que nos fala da única esperança que todos os cidadãos deveriam ter no sentido espiritual.

Aguardamos a bendita esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo. Tito 2:13

Esperança é uma das palavras mais queridas do vocabulário cristão. Ela tem alimentado a fé e fortalecido muitos cristãos através do tempo, e nos momentos mais difíceis da vida. A esperança é um chamariz para o futuro. Um desejo que acariciamos e gostaríamos que se concretizasse. Ela não deve ser confundida com otimismo, que depende em muito das circunstâncias: “Espero que apareça o emprego de que estou precisando; espero que aquele relacionamento vingue; que o marido abandone a bebida; que o tratamento dê certo; que o inimigo se torne amigo; etc.”

A esperança não depende de circunstâncias positivas. Também não é o mesmo que pensar positivamente: “Sei que um milagre está a caminho.” Nem tampouco é o mero desejo focalizado em coisas: curso, casa, dinheiro, promoção. A esperança faz parte do tecido da existência humana e está urdida e entremeada nos grandes acontecimentos da vida.

Esperança é o noivo e a noiva, no altar da igreja, dizendo “sim” um para o outro no dia do casamento. É o que leva esse mesmo casal a tentar mais uma vez, muitos anos mais tarde, depois de despedaçadas as esperanças.

Esperança é a razão por que aquele time continua treinando. É por isso que temos o exame de ingresso nas universidades. É por isso que os hospitais estão abertos, na esperança de restaurar a saúde das pessoas.

Através do tempo, o povo de Deus desenvolveu a esperança do advento. O desejo de se encontrar com o Salvador. Uma expectativa do futuro. Paulo deu uma definição especial para o evento da segunda vinda de Jesus: ele a chamou de “bendita esperança”. Para ele, essa esperança não era mero desejo ou coisa incerta. Não era algo que, caso mantenhamos a esperança, talvez chegue a se cumprir. Não cabe aqui nenhum sentimento de ansiedade, nem de meia verdade, que admita que talvez Cristo não volte. A esperança de Paulo era segura. Era uma expectativa confiante na vinda de Cristo.

Quantas mães cansadas de lutar para manter os filhos se levantam cedo, trabalham o dia todo, deitam tarde e aguardam o dia em que essa luta vai terminar! Quantos enfermos crônicos necessitam diariamente de cuidados médicos e gostariam que logo essa fase passasse!

“Por isso, não abram mão da confiança que vocês têm; ela será ricamente recompensada. [...] Pois em breve, muito em breve ‘Aquele que vem virá, e não demorará’” (Hb 10:35, 37).

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Graça INCLUSIVA!!!


Olá amigos! Na próxima semana estaremos entrando com uma série de postagens falando sobre a importância do Perdão tá! Hoje temos uma linda meditação para todos.

Quem vier a Mim Eu jamais rejeitarei. João 6:37

Aceitação é ser recebido incondicionalmente. Não precisamos cumprir requisitos, receber uma senha, nem chegar no horário. Queremos ser aceitos como somos, ter a certeza de que não existe relutância da parte de Deus para nos aceitar do jeito que somos e como estamos – soltos, livres, com nossas peculiaridades.

Aceitação é uma palavra importante dentro do domínio da graça. Jesus nunca fez um teste com Seus discípulos para decidir se os aceitaria. Não foram aceitos primeiro como aspirantes e depois comprovados como discípulos. Não houve um período de prova no qual estariam sob observação para definir sua admissão no grupo. Jesus também não os deixou em quarentena. Não houve nenhum processo de triagem com Pedro ou Tomé, nem mesmo com Judas, só para ter segurança de que os melhores seriam escolhidos.

Desde o início do Seu ministério, quando chamou os dois primeiros discípulos, até o Calvário, crucificado entre ladrões, Jesus gastou Sua vida revelando a graça de Deus para aqueles que O rodeavam. Demonstrou que a graça é inclusiva. Aceitou ir à casa de Mateus, que tinha convidado um bando de cobradores de impostos e outros “pecadores”. Aceitou a mulher samaritana, a quem escolheu para ser a primeira pessoa a revelar Sua missão. Visitou Zaqueu na casa dele. Tocou leprosos e atraiu crianças a Si.

Por que multidões acorriam a Ele? Ele as aceitava independentemente de sexo, raça ou profissão, ao contrário dos fariseus e mestres que estavam sempre corrigindo os outros, criticando ou encontrando faltas. Com Jesus, as pessoas podiam se dar ao luxo de ser elas mesmas.

Em nosso dia a dia, a aceitação no trabalho depende de desempenho, na escola, de nossas notas; para jogar no time, dos gols ou pontos que marcamos. Às vezes, queremos transferir para o domínio da graça os mesmos critérios. Queremos ter parte no processo de aceitação. Mas a graça nos aceita, a despeito de nossa inaptidão e incapacidade.

Ellen G. White diz: “Devemos ir com todas as nossas fraquezas, leviandades e pecaminosidade, e, arrependidos, lançar-nos a Seus pés. Ele Se alegra ao envolver-nos em Seus braços de amor, curar nossas feridas e purificar-nos de toda impureza” (Caminho a Cristo, p. 52).

Plenitude e riqueza da graça de Deus! Todos são incluídos. Ninguém vai ficar de fora. Seu abraço inclui todos nós.

Até amanhã!!!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Falando a Verdade em Amor!


Seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo nAquele que é a cabeça, Cristo. Efésios 4:15


Ninguém gosta de ter sua atenção chamada nem de ser criticado, independentemente de quanto se tenha errado ou de quanta verdade esteja por trás da crítica. Tenhamos seis ou sessenta anos, sejamos homem ou mulher, ativamos um mecanismo de defesa quando sabemos que somos criticados. Mas, em qualquer esfera de relacionamento, seja na família, no colégio ou no trabalho, a comunicação franca é uma preciosidade.

É interessante que pagamos médicos e dentistas para nos dizerem o que está errado com nosso corpo e nos ressentimos quando alguém vem dizer em que devemos melhorar em relação ao comportamento.
Como me aproximar de alguém que aprecio e dizer-lhe que fez algo errado ou desagradável? Como a confrontação pode ajudar a consertar um erro? Como “falar a verdade em amor”? Por que você vai confrontar uma pessoa? Para dizer que você é o responsável, falar como quer as coisas, acertar as contas? Você pretende confrontá-la por causa de uma preferência sua ou porque é necessário?

Quando o trabalho não foi feito ou foi feito descuidadamente e sem aprovação ou quando compromissos foram esquecidos, alguém precisa ser responsabilizado. Por isso, técnicos em muitas modalidades de esportes repetem entre si: “Erros não corrigidos se multiplicam.”

A confrontação quase sempre é dolorosa. Ficam as dúvidas: Será que se eu falar, ele vai se ofender? Será que nosso relacionamento não será abalado?

Ao tratar com quem errou, verdade e amor são inseparáveis. Se percebo que a pessoa está num caminho autodestrutivo ou está prejudicando outras pessoas, terei suficiente amor para dizer-lhe a verdade.
Falar a verdade com amor é ser cuidadoso com as palavras e com a intenção de restaurar. Tenho que pedir a Deus sabedoria e que me ajude a dizer o que é certo, no tom de voz adequado. Peçamos humildade a Deus e que Ele prepare o coração da pessoa com quem precisamos conversar.

“Quem fere por amor mostra lealdade, mas o inimigo multiplica beijos” (Pv 27:6).

domingo, 11 de setembro de 2011

Faze-o de novo, Senhor!

11 de setembro
Quando virem estas coisas acontecendo, saibam que o reino de Deus está próximo. Lucas 21:31

Foi exatamente há dez anos. Quem não se lembra? Estava naquela terça-feira de manhã aguardando minha vez para uma consulta médica, quando os plantões de notícias informaram que dois aviões tinham sido lançados contra as Torres Gêmeas. São imagens impressionantes que não saem da memória.

Max Lucado, conhecido autor de livros de inspiração, lembrando aquele incidente, escreveu: “Querido Senhor, ainda estamos esperando para acordar. Ainda estamos esperando abrir os olhos adormecidos e pensar: que sonho horrível. Mas não acordaremos, não é, Pai? O que vimos não foi um sonho... Chamas consumindo nossas fortalezas, pessoas morrendo. Não foi um sonho e, querido Pai, nós estamos tristes.

“Há um bailarino que não mais vai dançar e um médico que não mais vai curar. Uma igreja perdeu seu pastor, uma classe sem seu professor...

“Assim vimos a Ti. Não pedimos Tua ajuda. Nós a imploramos. Sabemos aquilo que Tu podes fazer. Conhecemos as histórias e agora pedimos: Faze-o de novo, Senhor.

“Lembras-Te de José? Tu o resgataste de um poço. Tu podes fazer o mesmo por nós. Faze-o de novo, Senhor. Lembras-Te do povo hebreu no Egito? Protegeste Teus filhos do anjo da morte. Nós também temos filhos, Senhor! E Sara? Lembra de suas orações? Tu as escutaste. Josué? Lembras-Te de suas lágrimas? Tu as inspiraste. As mulheres no sepulcro? Ressuscitaste a esperança delas. As dúvidas de Tomé? Tu as tiraste. Faze-o de novo, Senhor.

“Acima de tudo, faze de novo o que fizeste no Calvário. O que vimos naquela terça-feira, Tu viste ali naquela sexta-feira. A inocência sendo esmagada. A bondade sendo assassinada. Mães chorando. O mal dançando. Como as cinzas caíram sobre nossos filhos, as trevas caíram sobre Teu filho. Mas isso não Te abalou, Senhor!

“Depois de Teu Filho ter permanecido três dias numa tumba escura, Tu moveste a pedra e sacudiste a terra, e tornaste a sexta-feira mais escura no domingo mais brilhante. Faze-o de novo, Senhor! Dá-nos um setembro da Páscoa.

“Agradecemos-Te, querido Pai, por essas horas de unidade. Cercas religiosas caíram... A cor da pele foi coberta com a cinza dos edifícios queimados. Concede àqueles que nos dirigem sabedoria além dos seus anos e experiência. Dá-nos graça para perdoar, e fé para que possamos crer. Faze-o de novo, Senhor!”

Dez anos depois, podemos com mais propriedade orar: “Vem, Senhor Jesus!”

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Companhia Dentro e Fora do Barco!!!!

Quando você atravessar as águas, Eu estarei com você; quando você atravessar os rios, eles não o encobrirão. Isaías 43:2


Ao participar de um curso de liderança para desbravadores no sul do Chile, conheci a cidade de Pucón, segundo polo turístico mais importante do país. Havia muitas atrações (vulcão para escalar, termas e cavernas), mas como fui acostumado à água do mar, a atividade que mais me fascinou foi o rafting do rio Trancura, um dos mais concorridos da América do Sul. Depois de experimentá-lo, disse comigo mesmo: “Tenho que trazer a liderança dos desbravadores de todo o continente para um campori neste lugar.” Alguns anos depois, decidimos realizar ali o 1º Campori Sul-Americano de Líderes de Desbravadores, em janeiro de 1999.

Três meses antes do evento, levei um grupo de líderes de algumas Uniões para conhecer o lugar e deixar tudo encaminhado. Numa das tardes, fomos fazer uma descida de rafting. Como em outubro começam a derreter as geleiras, o rio estava mais cheio e veloz que da primeira vez. Dividimos em dois botes o grupo de 14 pessoas. O que manejava o bote no qual eu estava era inexperiente na função. Avisou que os trechos mais perigosos do trajeto eram apenas três pequenas quedas. Ao nos aproximarmos do local, percebi que ele fez o sinal da cruz três vezes. Imaginei que não seria fácil. Não deu outra. Ele embicou por onde não devia e perdeu o controle do bote. A queda e a subida do bote foram tão violentas que o pastor Acílio Alves, que estava na proa, logo à minha frente, foi jogado para o ar, para trás da balsa. O bolsão de água jogou todos para fora. Mesmo com roupa de neoprene e colete salva-vidas, ser jogado para fora do bote na água com temperatura a quase zero não é nada empolgante. Socorridos pelo outro bote, voltamos a embarcar no nosso, que havia ficado encalhado numa ilha, e chegamos à sede tiritando de frio.

A reunião da noite teve um clima altamente pacífico. O susto tinha sido grande. Porém, três meses depois, por ocasião do Campori de Líderes, todos encararam sem medo o desafio de descer novamente o rio em rafting.

Diferentemente de nós, os discípulos enfrentaram uma tempestade no mar. Jesus, que estava a bordo, mandou o mar se acalmar e repetiu para eles o ensino mais simples da Bíblia, formulado em apenas duas palavras: “Não temam!”

A promessa de Deus vale não somente para o rio ou para o mar, mas para qualquer lugar e em todos os dias do ano: “Quando você atravessar as águas, Eu estarei com você; quando você atravessar os rios, eles não o encobrirão” (Is 43:2).



quarta-feira, 7 de setembro de 2011

A Visão Prudentemente Realista!!!


Hoje,estamos dando continuidade ao nosso assunto sobre relacionamentos. Segue abaixoa matéria sobre o tema acima exposto:

Doponto de vista cristão, o casamento é uma instituição natural, inaugurada porDeus logo após a criação do homem e da mulher. Une duas pessoas de sexosdiferentes para viverem em companhia agradável uma da outra.
Mesmofora do meio cristão, considera-se que o casamento é bom para a saúde física emental e para a vida sexual. Pessoas casadas têm câncer e problemas cardíacosmais raramente e vivem mais, de acordo com a revista alemã Neus Leben, que sebaseou em dados científicos. Entre os casados, o número de suicídios é menor.Ser casado, conclui a pesquisa, é um dos fatores que mais podem influenciar afelicidade pessoal. E, ao contrário do que se afirma com frequência - que nadaé mais prejudicial à realização sexual do que ser fiel a vida inteira - estudosdemonstram que pessoas casadas fazem mais sexo do que os solteiros e que aqualidade de vida sexual dos casados é significativamente melhor.
Avisão prudentemente realista do casamento não é simplória como a visãodemasiadamente otimista, e é menos negativa do que a visão demasiadamentepessimista. A Bíblia a exalta sobre estas outras.

Primeiro,a Palavra de Deus valoriza tanto o casamento que em seu cânon há um livro quedescreve o amor apaixonado de um homem e uma donzela, que trocam entre si jurasde amor e elogios de beleza física e sensual. Trata-se do Cântico dos Cânticos,o mais belo dos 1.005 poemas da lavra de Salomão.

Segundo,logo no primeiro livro da Bíblia, conta-se a história das três famílias da erapatriarcal (1900-1600 a.C.), sem se esconder os problemas domésticos de Abraãoe Sara, Isaque e Rebeca, e Jacó e Raquel. O trecho todo ocupa três quartos dolivro de Gênesis (do capítulo 12 ao 50).

Portanto,que haja um equilíbrio entre o sonho apaixonado do Cântico dos Cânticos e arealidade do dia a dia do livro de Gênesis, um balanço entre encantamento mútuoe obrigações mútuas.

Éisso que nos leva e nos prende à visão prudentemente realista do casamento. Temrazão aquele que acrescentou à passagem do Cântico dos Cânticos "o amor étão forte como a morte" (Ct 8.6) estas palavras: "mas tem afragilidade do vidro"!

Aiestá mais essa fantástica matéria sobre o casamento! Desfrute e repasse!!! Estou desfrutando e aprendendo muito.

Abraços e um bom feriadão!!!

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Agradecimentos e Pedidos de Desculpas!!!

Quero me desculpar com meus leitores, mas hoje não pudi postar a continuidade do assunto que propomos. Amanhã ou hoje a tarde postaremos a continuação do assunto. Agradeço também o carinho de lê-las todos os dias.

Abraços e até lá!!!!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

A Visão Demasiadamente Pessimista!

 

Como prometido, estamos dando continuidade ao assunto relacionado ao casamento, vida a dois, que iniciamos na semana passada. Torço para que façam bom proveito do material assim com eu.

E o video postado ontem, gostaram? Compartilharam? Espero que sim.

Segue abaixo o assunto de hoje: A Vida Demasiadamente Pessimista.

Hoje prevalece a visão demasiadamente pessimista do casamento. Em vez de frases românticas, colecionamos ditados e conceitos chocantes: “O amor e eterno enquanto dura”; “Quando a pobreza bate à porta,  o amor voa pela janela”; “O amor faz passar o tempo e o tempo faz passar o amor”.

E ouvimos conselhos absurdos: “Se não fosse bobamente moralista, teria tido mais amantes e menos maridos” (Elizabeth Taylor, atriz); “Hoje o que eu consideraria ideal seria poder ter duas três, quatro mulheres, amigas, namoradas eventuais, e elas terem dois, três, quatro homens” (José Angelo Gaiarsa, psiquiatra); “Se a gente pensar bem, o casamento nunca foi necessário” (Flávio Gikovate, psicoterapeuta).

Por essa razão, casa-se cada vez menos e cada vez mais tarde. Ao mesmo tempo separa-se cada vez mais (de 81.130 divórcios e 76.200 separações judiciais em 1991 passamos para 129.520 divórcios e 99.690 separações em 2002).  E esses dados estão, hoje, desatualizados! Metade dos casamentos na Inglaterra acaba antes de completar 18 meses. Entre os americanos, o índice de divórcio é de 50%. Pela mesma razão, o número de uniões consensuais tem aumentado – das uniões celebradas no ano 2000 no Brasil, 70,5% foram oficializadas, enquanto que 29,5% foram apenas informais.

Amigos isso é um grande sinal de que a humanidade está caminhando a passos largos para a destruição total familiar. Ainda bem que ainda temos algumas pessoas que levam o casamento a sério, assim como Deus desejo que o levemos.

Aqui encerramos a segunda parte do assunto, amanhã estaremos dando continuidade com o tema: A VISÃO PRUDENTEMENTE REALISTA.

Abraços a todos e tenham um ótimo dia! Há! Não se esqueçam tá! Hoje a partir do meio-dia estarei com o meu programa no ar pela www.radiooasisfm.com.br.

domingo, 4 de setembro de 2011

Nisto Cremos - Cremos em Deus! Assista!!!

Olá Amigos segue ai para você assistir esse video interessante do Programa Está Escrito. Como é importante cremos em Deus. Assista e depois diga o que achou.
Abraços e até amanhã com a continuação do nosso assunto da semana: Relacionamento a dois.


sexta-feira, 2 de setembro de 2011

A Visão Demasiadamente Otimista!

 

Como prometi, hoje estamos dando continuidade ao assunto relacionamento a dois vendo o tema acima citado. Portanto, assimile bem o que abordaremos abaixo:

A Visão Demasiadamente Otimista:

É a visão romântica demais, de alguns anos atrás, presente nos enredos de certos romances de amor e de certas novelas. As mulheres falam em “príncipe encantado” e os homens, em “a mulher de meus sonhos” ou “a mulher de minha vida”. As histórias de amor dessa linha focalizam quase sempre apenas a fase de conquista e terminam com a duvidosa e eufórica declaração: “E foram felizes para sempre”. A esse respeito é oportuno transcrever um parágrafo do artigo “Os casamentos de Charles e ‘jogos subterrâneos’”, do conhecido psicanalista Contardo Calligaris, publicado na Folha de São Paulo:

Romances e filmes de amor, em sua esmagadora maioria, narram as peripécias dos amantes até que consigam se juntar. Depois disso, parece óbvio que eles vivam “felizes para sempre”. Infeliz e frequentemente, nos consultórios de psicoterapeutas e psicanalistas, a história dos casais depois do cartão-postal inicial é contada em versões bem menos sorridentes.

Está dentro desse contexto a história do índio Peri e da não-índia Ceci, no romance O Guarani, de José de Alencar, escrito em 1857. E também a história dos adolescentes Romeu e Julieta, que se apaixonaram num baile de máscaras em Verona e no dia seguinte se casaram em segredo, já que suas famílias eram inimigas entre si. A peça de William Shakespeare escrita em 1595 termina em tragédia: primeiro Romeu comete suicídio na suposição de que a amada esteja morta; depois Julieta, em face da morte do amado, também se mata.

A desvantagem  da visão exageradamente otimista é que os nubentes são muito ingênuos e se casam despreparados. Não admitem dificuldade posterior alguma e não tomam medidas preventivas.

O abandono do romantismo ou do otimismo exagerado talvez tenha ido longe demais. Colocamos na mesma bacia as vantagens e as desvantagens e jogamos tudo fora.

Bom, essa foi a primeira continuação de ENCANTAMENTO  COM OBRIGAÇÕES E OBRIGAÇÕES COM ENCANTAMENTO.

Espero que esse artigo os ajude muito. Até amanhã.

Tenham todos um excelente dia e espero que ouçam o meu programa de rádio pelo www.radiooasisfm.com.br – De segunda a sexta de 12 às 16h. Programa Show da Tarde.

A Visão Demasiadamente Otimista!!!


Como prometi, hoje estamos dando continuidade ao assunto relacionamento a dois vendo o tema acima citado. Portanto, assimile bem o que abordaremos abaixo:

A Visão Demasiadamente Otimista:

É a visão romântica demais, de alguns anos atrás, presente nos enredos de certos romances de amor e de certas novelas. As mulheres falam em “príncipe encantado” e os homens, em “a mulher de meus sonhos” ou “a mulher de minha vida”. As histórias de amor dessa linha focalizam quase sempre apenas a fase de conquista e terminam com a duvidosa e eufórica declaração: “E foram felizes para sempre”. A esse respeito é oportuno transcrever um parágrafo do artigo “Os casamentos de Charles e ‘jogos subterrâneos’”, do conhecido psicanalista Contardo Calligaris, publicado na Folha de São Paulo:

Romances e filmes de amor, em sua esmagadora maioria, narram as peripécias dos amantes até que consigam se juntar. Depois disso, parece óbvio que eles vivam “felizes para sempre”. Infeliz e frequentemente, nos consultórios de psicoterapeutas e psicanalistas, a história dos casais depois do cartão-postal inicial é contada em versões bem menos sorridentes.

Está dentro desse contexto a história do índio Peri e da não-índia Ceci, no romance O Guarani, de José de Alencar, escrito em 1857. E também a história dos adolescentes Romeu e Julieta, que se apaixonaram num baile de máscaras em Verona e no dia seguinte se casaram em segredo, já que suas famílias eram inimigas entre si. A peça de William Shakespeare escrita em 1595 termina em tragédia: primeiro Romeu comete suicídio na suposição de que a amada esteja morta; depois Julieta, em face da morte do amado, também se mata.

A desvantagem da visão exageradamente otimista é que os nubentes são muito ingênuos e se casam despreparados. Não admitem dificuldade posterior alguma e não tomam medidas preventivas.

O abandono do romantismo ou do otimismo exagerado talvez tenha ido longe demais. Colocamos na mesma bacia as vantagens e as desvantagens e jogamos tudo fora.

Bom, essa foi a primeira continuação de ENCANTAMENTO COM OBRIGAÇÕES E OBRIGAÇÕES COM ENCANTAMENTO.

Espero que esse artigo os ajude muito. Até amanhã.
Tenham todos um excelente dia e espero que ouçam o meu programa de rádio pelo www.radiooasisfm.com.br – De segunda a sexta de 12 às 16h. Programa Show da Tarde.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

ENCANTAMENTO COM OBRIGAÇÕES E OBRIGAÇÕES COM ENCANTAMENTO!

Trazer esse assunto no blog me traz um pouco de tristeza, pois tive uma família maravilhosa e não dei o devido valor a isso, apesar de eu e minha ex-esposa, hoje, nos darmos bem. Sofro muito por isso. Resolvi postar a partir de hoje esses assuntos porque tenho aprendido muito com eles e tenho certeza de que vocês irão aprender também e se já sabem, fortalecerão o conhecimento. E sempre digo, o que é postado aqui, sempre leio e releio antes. Segue abaixo a primeira parte do assunto:

Apesar da origem divina, da beleza e da bênção do casamento, ele não é um relacionamento fácil. Aliás, é muito dificil. As muitas separações e os muitos divórcios, bem como a tendência cada vez maior de uniões temporárias e informais, sem compromissos mútuos, o comprovam.

O casamento perece muito simples e muito fácil na fase de descoberta da pessoa amada. Parece muito fácil nas fases seguintes de aproximação progressiva (namoro, noivado e casamento), na lua-de-mel e nos primeiros anos de vida conjugal.

O casamento é dificil por várias razões, especialmente por causa das diferenças entre os cônjuges. São duas pessoas de sexos diferentes, fisiologia diferente, sentimentos diferentes, momentos críticos diferentes, emoções diferentes. São duas pessoas de temperamentos diferentes, não há duas pessoas iguais nem entre aquelas que têm o mesmo pai e a mesma mãe, e a mesma educação. São duas pessoas de históricos diferentes até mesmo quando são a mesma raça, da mesma religião, da mesma pátria, da mesma cultura e do mesmo nível sócio-econômico.

Um cônjuge não pode submeter o outro. Nem o homem nem a mulher. Ambos precisam aprender a arte de conviver – “viver em comum com outrem em intimidade, em familiaridade” (Aurélio), viver com ou ao lado do cônjuge. Ninguém precisa ter medo de ler os deveres conjugais apontados por Paulo em Efésios 5: 22-33. Nem as mulheres, nem os homens, nem os pastores, a não ser que a leitura seja machista (problema antigo) ou feminista (problema moderno). Paulo é muito equilibrado e combina a submissão feminina com o amor masculino, ou este com aquela. Gasta duas vezes mais palavras com o marido que com a esposa. E a referência para ambos é o casamento de Jesus Cristo com a Igreja.

Os ministros religiosos que celebram casamento precisam mudar o discurso de anos a fio. Muitos têm enfatizado mais a fidelidade do que a realização pessoal dos cônjuges. Precisamos dar a mesma importância à fidelidade e à felicidade, pois uma leva à outra e vice-versa. A felicidade conjugal torna quase impossivel o adultério, e a fidelidade conjugal torna quase impossivel a abertura de feridas de cura demorada e sofrida.

Podemos ter três visões a respeito do casamento: a visão demasiadamente otimista, a visão demasiadamente pessimista e a visão prudentemente realista.

Veremos essas três visões nas próximas postagens. Por favor compartilhem essas mensagens com outras pessoas. Isso ajudará muito a muitas pessoas que estão sofrendo com a experiência de um possivel divórcio.

Tenham todos um ótimo dia!

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