sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Bendita Esperança!!!
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Graça INCLUSIVA!!!
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Falando a Verdade em Amor!
domingo, 11 de setembro de 2011
Faze-o de novo, Senhor!
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| 11 de setembro |
Foi exatamente há dez anos. Quem não se lembra? Estava naquela terça-feira de manhã aguardando minha vez para uma consulta médica, quando os plantões de notícias informaram que dois aviões tinham sido lançados contra as Torres Gêmeas. São imagens impressionantes que não saem da memória.
Max Lucado, conhecido autor de livros de inspiração, lembrando aquele incidente, escreveu: “Querido Senhor, ainda estamos esperando para acordar. Ainda estamos esperando abrir os olhos adormecidos e pensar: que sonho horrível. Mas não acordaremos, não é, Pai? O que vimos não foi um sonho... Chamas consumindo nossas fortalezas, pessoas morrendo. Não foi um sonho e, querido Pai, nós estamos tristes.
“Há um bailarino que não mais vai dançar e um médico que não mais vai curar. Uma igreja perdeu seu pastor, uma classe sem seu professor...
“Assim vimos a Ti. Não pedimos Tua ajuda. Nós a imploramos. Sabemos aquilo que Tu podes fazer. Conhecemos as histórias e agora pedimos: Faze-o de novo, Senhor.
“Lembras-Te de José? Tu o resgataste de um poço. Tu podes fazer o mesmo por nós. Faze-o de novo, Senhor. Lembras-Te do povo hebreu no Egito? Protegeste Teus filhos do anjo da morte. Nós também temos filhos, Senhor! E Sara? Lembra de suas orações? Tu as escutaste. Josué? Lembras-Te de suas lágrimas? Tu as inspiraste. As mulheres no sepulcro? Ressuscitaste a esperança delas. As dúvidas de Tomé? Tu as tiraste. Faze-o de novo, Senhor.
“Acima de tudo, faze de novo o que fizeste no Calvário. O que vimos naquela terça-feira, Tu viste ali naquela sexta-feira. A inocência sendo esmagada. A bondade sendo assassinada. Mães chorando. O mal dançando. Como as cinzas caíram sobre nossos filhos, as trevas caíram sobre Teu filho. Mas isso não Te abalou, Senhor!
“Depois de Teu Filho ter permanecido três dias numa tumba escura, Tu moveste a pedra e sacudiste a terra, e tornaste a sexta-feira mais escura no domingo mais brilhante. Faze-o de novo, Senhor! Dá-nos um setembro da Páscoa.
“Agradecemos-Te, querido Pai, por essas horas de unidade. Cercas religiosas caíram... A cor da pele foi coberta com a cinza dos edifícios queimados. Concede àqueles que nos dirigem sabedoria além dos seus anos e experiência. Dá-nos graça para perdoar, e fé para que possamos crer. Faze-o de novo, Senhor!”
Dez anos depois, podemos com mais propriedade orar: “Vem, Senhor Jesus!”
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Companhia Dentro e Fora do Barco!!!!
Ao participar de um curso de liderança para desbravadores no sul do Chile, conheci a cidade de Pucón, segundo polo turístico mais importante do país. Havia muitas atrações (vulcão para escalar, termas e cavernas), mas como fui acostumado à água do mar, a atividade que mais me fascinou foi o rafting do rio Trancura, um dos mais concorridos da América do Sul. Depois de experimentá-lo, disse comigo mesmo: “Tenho que trazer a liderança dos desbravadores de todo o continente para um campori neste lugar.” Alguns anos depois, decidimos realizar ali o 1º Campori Sul-Americano de Líderes de Desbravadores, em janeiro de 1999.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
A Visão Prudentemente Realista!!!
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Agradecimentos e Pedidos de Desculpas!!!
Abraços e até lá!!!!
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
A Visão Demasiadamente Pessimista!
Como prometido, estamos dando continuidade ao assunto relacionado ao casamento, vida a dois, que iniciamos na semana passada. Torço para que façam bom proveito do material assim com eu.
E o video postado ontem, gostaram? Compartilharam? Espero que sim.
Segue abaixo o assunto de hoje: A Vida Demasiadamente Pessimista.
Hoje prevalece a visão demasiadamente pessimista do casamento. Em vez de frases românticas, colecionamos ditados e conceitos chocantes: “O amor e eterno enquanto dura”; “Quando a pobreza bate à porta, o amor voa pela janela”; “O amor faz passar o tempo e o tempo faz passar o amor”.
E ouvimos conselhos absurdos: “Se não fosse bobamente moralista, teria tido mais amantes e menos maridos” (Elizabeth Taylor, atriz); “Hoje o que eu consideraria ideal seria poder ter duas três, quatro mulheres, amigas, namoradas eventuais, e elas terem dois, três, quatro homens” (José Angelo Gaiarsa, psiquiatra); “Se a gente pensar bem, o casamento nunca foi necessário” (Flávio Gikovate, psicoterapeuta).
Por essa razão, casa-se cada vez menos e cada vez mais tarde. Ao mesmo tempo separa-se cada vez mais (de 81.130 divórcios e 76.200 separações judiciais em 1991 passamos para 129.520 divórcios e 99.690 separações em 2002). E esses dados estão, hoje, desatualizados! Metade dos casamentos na Inglaterra acaba antes de completar 18 meses. Entre os americanos, o índice de divórcio é de 50%. Pela mesma razão, o número de uniões consensuais tem aumentado – das uniões celebradas no ano 2000 no Brasil, 70,5% foram oficializadas, enquanto que 29,5% foram apenas informais.
Amigos isso é um grande sinal de que a humanidade está caminhando a passos largos para a destruição total familiar. Ainda bem que ainda temos algumas pessoas que levam o casamento a sério, assim como Deus desejo que o levemos.
Aqui encerramos a segunda parte do assunto, amanhã estaremos dando continuidade com o tema: A VISÃO PRUDENTEMENTE REALISTA.
Abraços a todos e tenham um ótimo dia! Há! Não se esqueçam tá! Hoje a partir do meio-dia estarei com o meu programa no ar pela www.radiooasisfm.com.br.
domingo, 4 de setembro de 2011
Nisto Cremos - Cremos em Deus! Assista!!!
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
A Visão Demasiadamente Otimista!
Como prometi, hoje estamos dando continuidade ao assunto relacionamento a dois vendo o tema acima citado. Portanto, assimile bem o que abordaremos abaixo:
A Visão Demasiadamente Otimista:
É a visão romântica demais, de alguns anos atrás, presente nos enredos de certos romances de amor e de certas novelas. As mulheres falam em “príncipe encantado” e os homens, em “a mulher de meus sonhos” ou “a mulher de minha vida”. As histórias de amor dessa linha focalizam quase sempre apenas a fase de conquista e terminam com a duvidosa e eufórica declaração: “E foram felizes para sempre”. A esse respeito é oportuno transcrever um parágrafo do artigo “Os casamentos de Charles e ‘jogos subterrâneos’”, do conhecido psicanalista Contardo Calligaris, publicado na Folha de São Paulo:
Romances e filmes de amor, em sua esmagadora maioria, narram as peripécias dos amantes até que consigam se juntar. Depois disso, parece óbvio que eles vivam “felizes para sempre”. Infeliz e frequentemente, nos consultórios de psicoterapeutas e psicanalistas, a história dos casais depois do cartão-postal inicial é contada em versões bem menos sorridentes.
Está dentro desse contexto a história do índio Peri e da não-índia Ceci, no romance O Guarani, de José de Alencar, escrito em 1857. E também a história dos adolescentes Romeu e Julieta, que se apaixonaram num baile de máscaras em Verona e no dia seguinte se casaram em segredo, já que suas famílias eram inimigas entre si. A peça de William Shakespeare escrita em 1595 termina em tragédia: primeiro Romeu comete suicídio na suposição de que a amada esteja morta; depois Julieta, em face da morte do amado, também se mata.
A desvantagem da visão exageradamente otimista é que os nubentes são muito ingênuos e se casam despreparados. Não admitem dificuldade posterior alguma e não tomam medidas preventivas.
O abandono do romantismo ou do otimismo exagerado talvez tenha ido longe demais. Colocamos na mesma bacia as vantagens e as desvantagens e jogamos tudo fora.
Bom, essa foi a primeira continuação de ENCANTAMENTO COM OBRIGAÇÕES E OBRIGAÇÕES COM ENCANTAMENTO.
Espero que esse artigo os ajude muito. Até amanhã.
Tenham todos um excelente dia e espero que ouçam o meu programa de rádio pelo www.radiooasisfm.com.br – De segunda a sexta de 12 às 16h. Programa Show da Tarde.
A Visão Demasiadamente Otimista!!!
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
ENCANTAMENTO COM OBRIGAÇÕES E OBRIGAÇÕES COM ENCANTAMENTO!
Trazer esse assunto no blog me traz um pouco de tristeza, pois tive uma família maravilhosa e não dei o devido valor a isso, apesar de eu e minha ex-esposa, hoje, nos darmos bem. Sofro muito por isso. Resolvi postar a partir de hoje esses assuntos porque tenho aprendido muito com eles e tenho certeza de que vocês irão aprender também e se já sabem, fortalecerão o conhecimento. E sempre digo, o que é postado aqui, sempre leio e releio antes. Segue abaixo a primeira parte do assunto:
Apesar da origem divina, da beleza e da bênção do casamento, ele não é um relacionamento fácil. Aliás, é muito dificil. As muitas separações e os muitos divórcios, bem como a tendência cada vez maior de uniões temporárias e informais, sem compromissos mútuos, o comprovam.
O casamento perece muito simples e muito fácil na fase de descoberta da pessoa amada. Parece muito fácil nas fases seguintes de aproximação progressiva (namoro, noivado e casamento), na lua-de-mel e nos primeiros anos de vida conjugal.
O casamento é dificil por várias razões, especialmente por causa das diferenças entre os cônjuges. São duas pessoas de sexos diferentes, fisiologia diferente, sentimentos diferentes, momentos críticos diferentes, emoções diferentes. São duas pessoas de temperamentos diferentes, não há duas pessoas iguais nem entre aquelas que têm o mesmo pai e a mesma mãe, e a mesma educação. São duas pessoas de históricos diferentes até mesmo quando são a mesma raça, da mesma religião, da mesma pátria, da mesma cultura e do mesmo nível sócio-econômico.
Um cônjuge não pode submeter o outro. Nem o homem nem a mulher. Ambos precisam aprender a arte de conviver – “viver em comum com outrem em intimidade, em familiaridade” (Aurélio), viver com ou ao lado do cônjuge. Ninguém precisa ter medo de ler os deveres conjugais apontados por Paulo em Efésios 5: 22-33. Nem as mulheres, nem os homens, nem os pastores, a não ser que a leitura seja machista (problema antigo) ou feminista (problema moderno). Paulo é muito equilibrado e combina a submissão feminina com o amor masculino, ou este com aquela. Gasta duas vezes mais palavras com o marido que com a esposa. E a referência para ambos é o casamento de Jesus Cristo com a Igreja.
Os ministros religiosos que celebram casamento precisam mudar o discurso de anos a fio. Muitos têm enfatizado mais a fidelidade do que a realização pessoal dos cônjuges. Precisamos dar a mesma importância à fidelidade e à felicidade, pois uma leva à outra e vice-versa. A felicidade conjugal torna quase impossivel o adultério, e a fidelidade conjugal torna quase impossivel a abertura de feridas de cura demorada e sofrida.
Podemos ter três visões a respeito do casamento: a visão demasiadamente otimista, a visão demasiadamente pessimista e a visão prudentemente realista.
Veremos essas três visões nas próximas postagens. Por favor compartilhem essas mensagens com outras pessoas. Isso ajudará muito a muitas pessoas que estão sofrendo com a experiência de um possivel divórcio.
Tenham todos um ótimo dia!





