sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Bendita Esperança!!!

Olá amigos queridos, peço desculpas por não estar postando como antes. Tenho estado atarefado na Produção do meu programa de rádio e isso de uma certa forma tem contribuido para que não haja postagens diárias. Mas quero deixar claro que na próxima semana estaremos postando assuntos referentes ao PERDÃO. Como ele tráz benefícios para a alma.
Hoje deixo com vocês uma linda meditação que nos fala da única esperança que todos os cidadãos deveriam ter no sentido espiritual.

Aguardamos a bendita esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo. Tito 2:13

Esperança é uma das palavras mais queridas do vocabulário cristão. Ela tem alimentado a fé e fortalecido muitos cristãos através do tempo, e nos momentos mais difíceis da vida. A esperança é um chamariz para o futuro. Um desejo que acariciamos e gostaríamos que se concretizasse. Ela não deve ser confundida com otimismo, que depende em muito das circunstâncias: “Espero que apareça o emprego de que estou precisando; espero que aquele relacionamento vingue; que o marido abandone a bebida; que o tratamento dê certo; que o inimigo se torne amigo; etc.”

A esperança não depende de circunstâncias positivas. Também não é o mesmo que pensar positivamente: “Sei que um milagre está a caminho.” Nem tampouco é o mero desejo focalizado em coisas: curso, casa, dinheiro, promoção. A esperança faz parte do tecido da existência humana e está urdida e entremeada nos grandes acontecimentos da vida.

Esperança é o noivo e a noiva, no altar da igreja, dizendo “sim” um para o outro no dia do casamento. É o que leva esse mesmo casal a tentar mais uma vez, muitos anos mais tarde, depois de despedaçadas as esperanças.

Esperança é a razão por que aquele time continua treinando. É por isso que temos o exame de ingresso nas universidades. É por isso que os hospitais estão abertos, na esperança de restaurar a saúde das pessoas.

Através do tempo, o povo de Deus desenvolveu a esperança do advento. O desejo de se encontrar com o Salvador. Uma expectativa do futuro. Paulo deu uma definição especial para o evento da segunda vinda de Jesus: ele a chamou de “bendita esperança”. Para ele, essa esperança não era mero desejo ou coisa incerta. Não era algo que, caso mantenhamos a esperança, talvez chegue a se cumprir. Não cabe aqui nenhum sentimento de ansiedade, nem de meia verdade, que admita que talvez Cristo não volte. A esperança de Paulo era segura. Era uma expectativa confiante na vinda de Cristo.

Quantas mães cansadas de lutar para manter os filhos se levantam cedo, trabalham o dia todo, deitam tarde e aguardam o dia em que essa luta vai terminar! Quantos enfermos crônicos necessitam diariamente de cuidados médicos e gostariam que logo essa fase passasse!

“Por isso, não abram mão da confiança que vocês têm; ela será ricamente recompensada. [...] Pois em breve, muito em breve ‘Aquele que vem virá, e não demorará’” (Hb 10:35, 37).

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Graça INCLUSIVA!!!


Olá amigos! Na próxima semana estaremos entrando com uma série de postagens falando sobre a importância do Perdão tá! Hoje temos uma linda meditação para todos.

Quem vier a Mim Eu jamais rejeitarei. João 6:37

Aceitação é ser recebido incondicionalmente. Não precisamos cumprir requisitos, receber uma senha, nem chegar no horário. Queremos ser aceitos como somos, ter a certeza de que não existe relutância da parte de Deus para nos aceitar do jeito que somos e como estamos – soltos, livres, com nossas peculiaridades.

Aceitação é uma palavra importante dentro do domínio da graça. Jesus nunca fez um teste com Seus discípulos para decidir se os aceitaria. Não foram aceitos primeiro como aspirantes e depois comprovados como discípulos. Não houve um período de prova no qual estariam sob observação para definir sua admissão no grupo. Jesus também não os deixou em quarentena. Não houve nenhum processo de triagem com Pedro ou Tomé, nem mesmo com Judas, só para ter segurança de que os melhores seriam escolhidos.

Desde o início do Seu ministério, quando chamou os dois primeiros discípulos, até o Calvário, crucificado entre ladrões, Jesus gastou Sua vida revelando a graça de Deus para aqueles que O rodeavam. Demonstrou que a graça é inclusiva. Aceitou ir à casa de Mateus, que tinha convidado um bando de cobradores de impostos e outros “pecadores”. Aceitou a mulher samaritana, a quem escolheu para ser a primeira pessoa a revelar Sua missão. Visitou Zaqueu na casa dele. Tocou leprosos e atraiu crianças a Si.

Por que multidões acorriam a Ele? Ele as aceitava independentemente de sexo, raça ou profissão, ao contrário dos fariseus e mestres que estavam sempre corrigindo os outros, criticando ou encontrando faltas. Com Jesus, as pessoas podiam se dar ao luxo de ser elas mesmas.

Em nosso dia a dia, a aceitação no trabalho depende de desempenho, na escola, de nossas notas; para jogar no time, dos gols ou pontos que marcamos. Às vezes, queremos transferir para o domínio da graça os mesmos critérios. Queremos ter parte no processo de aceitação. Mas a graça nos aceita, a despeito de nossa inaptidão e incapacidade.

Ellen G. White diz: “Devemos ir com todas as nossas fraquezas, leviandades e pecaminosidade, e, arrependidos, lançar-nos a Seus pés. Ele Se alegra ao envolver-nos em Seus braços de amor, curar nossas feridas e purificar-nos de toda impureza” (Caminho a Cristo, p. 52).

Plenitude e riqueza da graça de Deus! Todos são incluídos. Ninguém vai ficar de fora. Seu abraço inclui todos nós.

Até amanhã!!!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Falando a Verdade em Amor!


Seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo nAquele que é a cabeça, Cristo. Efésios 4:15


Ninguém gosta de ter sua atenção chamada nem de ser criticado, independentemente de quanto se tenha errado ou de quanta verdade esteja por trás da crítica. Tenhamos seis ou sessenta anos, sejamos homem ou mulher, ativamos um mecanismo de defesa quando sabemos que somos criticados. Mas, em qualquer esfera de relacionamento, seja na família, no colégio ou no trabalho, a comunicação franca é uma preciosidade.

É interessante que pagamos médicos e dentistas para nos dizerem o que está errado com nosso corpo e nos ressentimos quando alguém vem dizer em que devemos melhorar em relação ao comportamento.
Como me aproximar de alguém que aprecio e dizer-lhe que fez algo errado ou desagradável? Como a confrontação pode ajudar a consertar um erro? Como “falar a verdade em amor”? Por que você vai confrontar uma pessoa? Para dizer que você é o responsável, falar como quer as coisas, acertar as contas? Você pretende confrontá-la por causa de uma preferência sua ou porque é necessário?

Quando o trabalho não foi feito ou foi feito descuidadamente e sem aprovação ou quando compromissos foram esquecidos, alguém precisa ser responsabilizado. Por isso, técnicos em muitas modalidades de esportes repetem entre si: “Erros não corrigidos se multiplicam.”

A confrontação quase sempre é dolorosa. Ficam as dúvidas: Será que se eu falar, ele vai se ofender? Será que nosso relacionamento não será abalado?

Ao tratar com quem errou, verdade e amor são inseparáveis. Se percebo que a pessoa está num caminho autodestrutivo ou está prejudicando outras pessoas, terei suficiente amor para dizer-lhe a verdade.
Falar a verdade com amor é ser cuidadoso com as palavras e com a intenção de restaurar. Tenho que pedir a Deus sabedoria e que me ajude a dizer o que é certo, no tom de voz adequado. Peçamos humildade a Deus e que Ele prepare o coração da pessoa com quem precisamos conversar.

“Quem fere por amor mostra lealdade, mas o inimigo multiplica beijos” (Pv 27:6).

domingo, 11 de setembro de 2011

Faze-o de novo, Senhor!

11 de setembro
Quando virem estas coisas acontecendo, saibam que o reino de Deus está próximo. Lucas 21:31

Foi exatamente há dez anos. Quem não se lembra? Estava naquela terça-feira de manhã aguardando minha vez para uma consulta médica, quando os plantões de notícias informaram que dois aviões tinham sido lançados contra as Torres Gêmeas. São imagens impressionantes que não saem da memória.

Max Lucado, conhecido autor de livros de inspiração, lembrando aquele incidente, escreveu: “Querido Senhor, ainda estamos esperando para acordar. Ainda estamos esperando abrir os olhos adormecidos e pensar: que sonho horrível. Mas não acordaremos, não é, Pai? O que vimos não foi um sonho... Chamas consumindo nossas fortalezas, pessoas morrendo. Não foi um sonho e, querido Pai, nós estamos tristes.

“Há um bailarino que não mais vai dançar e um médico que não mais vai curar. Uma igreja perdeu seu pastor, uma classe sem seu professor...

“Assim vimos a Ti. Não pedimos Tua ajuda. Nós a imploramos. Sabemos aquilo que Tu podes fazer. Conhecemos as histórias e agora pedimos: Faze-o de novo, Senhor.

“Lembras-Te de José? Tu o resgataste de um poço. Tu podes fazer o mesmo por nós. Faze-o de novo, Senhor. Lembras-Te do povo hebreu no Egito? Protegeste Teus filhos do anjo da morte. Nós também temos filhos, Senhor! E Sara? Lembra de suas orações? Tu as escutaste. Josué? Lembras-Te de suas lágrimas? Tu as inspiraste. As mulheres no sepulcro? Ressuscitaste a esperança delas. As dúvidas de Tomé? Tu as tiraste. Faze-o de novo, Senhor.

“Acima de tudo, faze de novo o que fizeste no Calvário. O que vimos naquela terça-feira, Tu viste ali naquela sexta-feira. A inocência sendo esmagada. A bondade sendo assassinada. Mães chorando. O mal dançando. Como as cinzas caíram sobre nossos filhos, as trevas caíram sobre Teu filho. Mas isso não Te abalou, Senhor!

“Depois de Teu Filho ter permanecido três dias numa tumba escura, Tu moveste a pedra e sacudiste a terra, e tornaste a sexta-feira mais escura no domingo mais brilhante. Faze-o de novo, Senhor! Dá-nos um setembro da Páscoa.

“Agradecemos-Te, querido Pai, por essas horas de unidade. Cercas religiosas caíram... A cor da pele foi coberta com a cinza dos edifícios queimados. Concede àqueles que nos dirigem sabedoria além dos seus anos e experiência. Dá-nos graça para perdoar, e fé para que possamos crer. Faze-o de novo, Senhor!”

Dez anos depois, podemos com mais propriedade orar: “Vem, Senhor Jesus!”

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Companhia Dentro e Fora do Barco!!!!

Quando você atravessar as águas, Eu estarei com você; quando você atravessar os rios, eles não o encobrirão. Isaías 43:2


Ao participar de um curso de liderança para desbravadores no sul do Chile, conheci a cidade de Pucón, segundo polo turístico mais importante do país. Havia muitas atrações (vulcão para escalar, termas e cavernas), mas como fui acostumado à água do mar, a atividade que mais me fascinou foi o rafting do rio Trancura, um dos mais concorridos da América do Sul. Depois de experimentá-lo, disse comigo mesmo: “Tenho que trazer a liderança dos desbravadores de todo o continente para um campori neste lugar.” Alguns anos depois, decidimos realizar ali o 1º Campori Sul-Americano de Líderes de Desbravadores, em janeiro de 1999.

Três meses antes do evento, levei um grupo de líderes de algumas Uniões para conhecer o lugar e deixar tudo encaminhado. Numa das tardes, fomos fazer uma descida de rafting. Como em outubro começam a derreter as geleiras, o rio estava mais cheio e veloz que da primeira vez. Dividimos em dois botes o grupo de 14 pessoas. O que manejava o bote no qual eu estava era inexperiente na função. Avisou que os trechos mais perigosos do trajeto eram apenas três pequenas quedas. Ao nos aproximarmos do local, percebi que ele fez o sinal da cruz três vezes. Imaginei que não seria fácil. Não deu outra. Ele embicou por onde não devia e perdeu o controle do bote. A queda e a subida do bote foram tão violentas que o pastor Acílio Alves, que estava na proa, logo à minha frente, foi jogado para o ar, para trás da balsa. O bolsão de água jogou todos para fora. Mesmo com roupa de neoprene e colete salva-vidas, ser jogado para fora do bote na água com temperatura a quase zero não é nada empolgante. Socorridos pelo outro bote, voltamos a embarcar no nosso, que havia ficado encalhado numa ilha, e chegamos à sede tiritando de frio.

A reunião da noite teve um clima altamente pacífico. O susto tinha sido grande. Porém, três meses depois, por ocasião do Campori de Líderes, todos encararam sem medo o desafio de descer novamente o rio em rafting.

Diferentemente de nós, os discípulos enfrentaram uma tempestade no mar. Jesus, que estava a bordo, mandou o mar se acalmar e repetiu para eles o ensino mais simples da Bíblia, formulado em apenas duas palavras: “Não temam!”

A promessa de Deus vale não somente para o rio ou para o mar, mas para qualquer lugar e em todos os dias do ano: “Quando você atravessar as águas, Eu estarei com você; quando você atravessar os rios, eles não o encobrirão” (Is 43:2).



quarta-feira, 7 de setembro de 2011

A Visão Prudentemente Realista!!!


Hoje,estamos dando continuidade ao nosso assunto sobre relacionamentos. Segue abaixoa matéria sobre o tema acima exposto:

Doponto de vista cristão, o casamento é uma instituição natural, inaugurada porDeus logo após a criação do homem e da mulher. Une duas pessoas de sexosdiferentes para viverem em companhia agradável uma da outra.
Mesmofora do meio cristão, considera-se que o casamento é bom para a saúde física emental e para a vida sexual. Pessoas casadas têm câncer e problemas cardíacosmais raramente e vivem mais, de acordo com a revista alemã Neus Leben, que sebaseou em dados científicos. Entre os casados, o número de suicídios é menor.Ser casado, conclui a pesquisa, é um dos fatores que mais podem influenciar afelicidade pessoal. E, ao contrário do que se afirma com frequência - que nadaé mais prejudicial à realização sexual do que ser fiel a vida inteira - estudosdemonstram que pessoas casadas fazem mais sexo do que os solteiros e que aqualidade de vida sexual dos casados é significativamente melhor.
Avisão prudentemente realista do casamento não é simplória como a visãodemasiadamente otimista, e é menos negativa do que a visão demasiadamentepessimista. A Bíblia a exalta sobre estas outras.

Primeiro,a Palavra de Deus valoriza tanto o casamento que em seu cânon há um livro quedescreve o amor apaixonado de um homem e uma donzela, que trocam entre si jurasde amor e elogios de beleza física e sensual. Trata-se do Cântico dos Cânticos,o mais belo dos 1.005 poemas da lavra de Salomão.

Segundo,logo no primeiro livro da Bíblia, conta-se a história das três famílias da erapatriarcal (1900-1600 a.C.), sem se esconder os problemas domésticos de Abraãoe Sara, Isaque e Rebeca, e Jacó e Raquel. O trecho todo ocupa três quartos dolivro de Gênesis (do capítulo 12 ao 50).

Portanto,que haja um equilíbrio entre o sonho apaixonado do Cântico dos Cânticos e arealidade do dia a dia do livro de Gênesis, um balanço entre encantamento mútuoe obrigações mútuas.

Éisso que nos leva e nos prende à visão prudentemente realista do casamento. Temrazão aquele que acrescentou à passagem do Cântico dos Cânticos "o amor étão forte como a morte" (Ct 8.6) estas palavras: "mas tem afragilidade do vidro"!

Aiestá mais essa fantástica matéria sobre o casamento! Desfrute e repasse!!! Estou desfrutando e aprendendo muito.

Abraços e um bom feriadão!!!

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Agradecimentos e Pedidos de Desculpas!!!

Quero me desculpar com meus leitores, mas hoje não pudi postar a continuidade do assunto que propomos. Amanhã ou hoje a tarde postaremos a continuação do assunto. Agradeço também o carinho de lê-las todos os dias.

Abraços e até lá!!!!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

A Visão Demasiadamente Pessimista!

 

Como prometido, estamos dando continuidade ao assunto relacionado ao casamento, vida a dois, que iniciamos na semana passada. Torço para que façam bom proveito do material assim com eu.

E o video postado ontem, gostaram? Compartilharam? Espero que sim.

Segue abaixo o assunto de hoje: A Vida Demasiadamente Pessimista.

Hoje prevalece a visão demasiadamente pessimista do casamento. Em vez de frases românticas, colecionamos ditados e conceitos chocantes: “O amor e eterno enquanto dura”; “Quando a pobreza bate à porta,  o amor voa pela janela”; “O amor faz passar o tempo e o tempo faz passar o amor”.

E ouvimos conselhos absurdos: “Se não fosse bobamente moralista, teria tido mais amantes e menos maridos” (Elizabeth Taylor, atriz); “Hoje o que eu consideraria ideal seria poder ter duas três, quatro mulheres, amigas, namoradas eventuais, e elas terem dois, três, quatro homens” (José Angelo Gaiarsa, psiquiatra); “Se a gente pensar bem, o casamento nunca foi necessário” (Flávio Gikovate, psicoterapeuta).

Por essa razão, casa-se cada vez menos e cada vez mais tarde. Ao mesmo tempo separa-se cada vez mais (de 81.130 divórcios e 76.200 separações judiciais em 1991 passamos para 129.520 divórcios e 99.690 separações em 2002).  E esses dados estão, hoje, desatualizados! Metade dos casamentos na Inglaterra acaba antes de completar 18 meses. Entre os americanos, o índice de divórcio é de 50%. Pela mesma razão, o número de uniões consensuais tem aumentado – das uniões celebradas no ano 2000 no Brasil, 70,5% foram oficializadas, enquanto que 29,5% foram apenas informais.

Amigos isso é um grande sinal de que a humanidade está caminhando a passos largos para a destruição total familiar. Ainda bem que ainda temos algumas pessoas que levam o casamento a sério, assim como Deus desejo que o levemos.

Aqui encerramos a segunda parte do assunto, amanhã estaremos dando continuidade com o tema: A VISÃO PRUDENTEMENTE REALISTA.

Abraços a todos e tenham um ótimo dia! Há! Não se esqueçam tá! Hoje a partir do meio-dia estarei com o meu programa no ar pela www.radiooasisfm.com.br.

domingo, 4 de setembro de 2011

Nisto Cremos - Cremos em Deus! Assista!!!

Olá Amigos segue ai para você assistir esse video interessante do Programa Está Escrito. Como é importante cremos em Deus. Assista e depois diga o que achou.
Abraços e até amanhã com a continuação do nosso assunto da semana: Relacionamento a dois.


sexta-feira, 2 de setembro de 2011

A Visão Demasiadamente Otimista!

 

Como prometi, hoje estamos dando continuidade ao assunto relacionamento a dois vendo o tema acima citado. Portanto, assimile bem o que abordaremos abaixo:

A Visão Demasiadamente Otimista:

É a visão romântica demais, de alguns anos atrás, presente nos enredos de certos romances de amor e de certas novelas. As mulheres falam em “príncipe encantado” e os homens, em “a mulher de meus sonhos” ou “a mulher de minha vida”. As histórias de amor dessa linha focalizam quase sempre apenas a fase de conquista e terminam com a duvidosa e eufórica declaração: “E foram felizes para sempre”. A esse respeito é oportuno transcrever um parágrafo do artigo “Os casamentos de Charles e ‘jogos subterrâneos’”, do conhecido psicanalista Contardo Calligaris, publicado na Folha de São Paulo:

Romances e filmes de amor, em sua esmagadora maioria, narram as peripécias dos amantes até que consigam se juntar. Depois disso, parece óbvio que eles vivam “felizes para sempre”. Infeliz e frequentemente, nos consultórios de psicoterapeutas e psicanalistas, a história dos casais depois do cartão-postal inicial é contada em versões bem menos sorridentes.

Está dentro desse contexto a história do índio Peri e da não-índia Ceci, no romance O Guarani, de José de Alencar, escrito em 1857. E também a história dos adolescentes Romeu e Julieta, que se apaixonaram num baile de máscaras em Verona e no dia seguinte se casaram em segredo, já que suas famílias eram inimigas entre si. A peça de William Shakespeare escrita em 1595 termina em tragédia: primeiro Romeu comete suicídio na suposição de que a amada esteja morta; depois Julieta, em face da morte do amado, também se mata.

A desvantagem  da visão exageradamente otimista é que os nubentes são muito ingênuos e se casam despreparados. Não admitem dificuldade posterior alguma e não tomam medidas preventivas.

O abandono do romantismo ou do otimismo exagerado talvez tenha ido longe demais. Colocamos na mesma bacia as vantagens e as desvantagens e jogamos tudo fora.

Bom, essa foi a primeira continuação de ENCANTAMENTO  COM OBRIGAÇÕES E OBRIGAÇÕES COM ENCANTAMENTO.

Espero que esse artigo os ajude muito. Até amanhã.

Tenham todos um excelente dia e espero que ouçam o meu programa de rádio pelo www.radiooasisfm.com.br – De segunda a sexta de 12 às 16h. Programa Show da Tarde.

A Visão Demasiadamente Otimista!!!


Como prometi, hoje estamos dando continuidade ao assunto relacionamento a dois vendo o tema acima citado. Portanto, assimile bem o que abordaremos abaixo:

A Visão Demasiadamente Otimista:

É a visão romântica demais, de alguns anos atrás, presente nos enredos de certos romances de amor e de certas novelas. As mulheres falam em “príncipe encantado” e os homens, em “a mulher de meus sonhos” ou “a mulher de minha vida”. As histórias de amor dessa linha focalizam quase sempre apenas a fase de conquista e terminam com a duvidosa e eufórica declaração: “E foram felizes para sempre”. A esse respeito é oportuno transcrever um parágrafo do artigo “Os casamentos de Charles e ‘jogos subterrâneos’”, do conhecido psicanalista Contardo Calligaris, publicado na Folha de São Paulo:

Romances e filmes de amor, em sua esmagadora maioria, narram as peripécias dos amantes até que consigam se juntar. Depois disso, parece óbvio que eles vivam “felizes para sempre”. Infeliz e frequentemente, nos consultórios de psicoterapeutas e psicanalistas, a história dos casais depois do cartão-postal inicial é contada em versões bem menos sorridentes.

Está dentro desse contexto a história do índio Peri e da não-índia Ceci, no romance O Guarani, de José de Alencar, escrito em 1857. E também a história dos adolescentes Romeu e Julieta, que se apaixonaram num baile de máscaras em Verona e no dia seguinte se casaram em segredo, já que suas famílias eram inimigas entre si. A peça de William Shakespeare escrita em 1595 termina em tragédia: primeiro Romeu comete suicídio na suposição de que a amada esteja morta; depois Julieta, em face da morte do amado, também se mata.

A desvantagem da visão exageradamente otimista é que os nubentes são muito ingênuos e se casam despreparados. Não admitem dificuldade posterior alguma e não tomam medidas preventivas.

O abandono do romantismo ou do otimismo exagerado talvez tenha ido longe demais. Colocamos na mesma bacia as vantagens e as desvantagens e jogamos tudo fora.

Bom, essa foi a primeira continuação de ENCANTAMENTO COM OBRIGAÇÕES E OBRIGAÇÕES COM ENCANTAMENTO.

Espero que esse artigo os ajude muito. Até amanhã.
Tenham todos um excelente dia e espero que ouçam o meu programa de rádio pelo www.radiooasisfm.com.br – De segunda a sexta de 12 às 16h. Programa Show da Tarde.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

ENCANTAMENTO COM OBRIGAÇÕES E OBRIGAÇÕES COM ENCANTAMENTO!

Trazer esse assunto no blog me traz um pouco de tristeza, pois tive uma família maravilhosa e não dei o devido valor a isso, apesar de eu e minha ex-esposa, hoje, nos darmos bem. Sofro muito por isso. Resolvi postar a partir de hoje esses assuntos porque tenho aprendido muito com eles e tenho certeza de que vocês irão aprender também e se já sabem, fortalecerão o conhecimento. E sempre digo, o que é postado aqui, sempre leio e releio antes. Segue abaixo a primeira parte do assunto:

Apesar da origem divina, da beleza e da bênção do casamento, ele não é um relacionamento fácil. Aliás, é muito dificil. As muitas separações e os muitos divórcios, bem como a tendência cada vez maior de uniões temporárias e informais, sem compromissos mútuos, o comprovam.

O casamento perece muito simples e muito fácil na fase de descoberta da pessoa amada. Parece muito fácil nas fases seguintes de aproximação progressiva (namoro, noivado e casamento), na lua-de-mel e nos primeiros anos de vida conjugal.

O casamento é dificil por várias razões, especialmente por causa das diferenças entre os cônjuges. São duas pessoas de sexos diferentes, fisiologia diferente, sentimentos diferentes, momentos críticos diferentes, emoções diferentes. São duas pessoas de temperamentos diferentes, não há duas pessoas iguais nem entre aquelas que têm o mesmo pai e a mesma mãe, e a mesma educação. São duas pessoas de históricos diferentes até mesmo quando são a mesma raça, da mesma religião, da mesma pátria, da mesma cultura e do mesmo nível sócio-econômico.

Um cônjuge não pode submeter o outro. Nem o homem nem a mulher. Ambos precisam aprender a arte de conviver – “viver em comum com outrem em intimidade, em familiaridade” (Aurélio), viver com ou ao lado do cônjuge. Ninguém precisa ter medo de ler os deveres conjugais apontados por Paulo em Efésios 5: 22-33. Nem as mulheres, nem os homens, nem os pastores, a não ser que a leitura seja machista (problema antigo) ou feminista (problema moderno). Paulo é muito equilibrado e combina a submissão feminina com o amor masculino, ou este com aquela. Gasta duas vezes mais palavras com o marido que com a esposa. E a referência para ambos é o casamento de Jesus Cristo com a Igreja.

Os ministros religiosos que celebram casamento precisam mudar o discurso de anos a fio. Muitos têm enfatizado mais a fidelidade do que a realização pessoal dos cônjuges. Precisamos dar a mesma importância à fidelidade e à felicidade, pois uma leva à outra e vice-versa. A felicidade conjugal torna quase impossivel o adultério, e a fidelidade conjugal torna quase impossivel a abertura de feridas de cura demorada e sofrida.

Podemos ter três visões a respeito do casamento: a visão demasiadamente otimista, a visão demasiadamente pessimista e a visão prudentemente realista.

Veremos essas três visões nas próximas postagens. Por favor compartilhem essas mensagens com outras pessoas. Isso ajudará muito a muitas pessoas que estão sofrendo com a experiência de um possivel divórcio.

Tenham todos um ótimo dia!

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Percepção e Discernimento!

 

Artigo: Comportamento

Olá amigos, decidi colocar em meu blog alguns assuntos concernentes a relacionamentos. Acho interessante mostrar esses artigos, pois eles fazem a diferença na vida das pessoas. Quero ressaltar que antes de postar qualquer coisa aqui, leio, releio e procuro aplicar à minha vida pessoal. Espero que esses artigos que começarei a postar hoje, possam fazer a diferença para vocês também. Segue abaixo esse primeiro artigo escrito pela psicóloga Alba Valéria Couto que li e amei. Confesso que aprendi muito. Espero que vocês curtam essa postagem.

 

Percepção – Ato ou faculdade de perceber através dos sentidos.                                                                                    Discernir -  Perceber distintamente, separar, avaliar bem, medir, estabelecer diferença entre, distinguir bem, apreciar, julgar.

O mundo passa por dias dificeis, a sociedade perdeu seus valores, e em meio a tudo isso, não podemos nos contaminar e nem sermos influenciados por um sistema que na maioria das vezes tem trocado o certo pelo errado. Por este motivo é extremamente necessário sabermos perceber e discernir com convicção e sabedoria o tempo e os acontecimentos. Cada situação e cada momento exige uma atitude e um comportamento diferente. Nossa maneira de pensar e de agir revela quem somos se conseguimos perceber e discernir a realidade ao nosso redor.

Muitas vezes temos a impressão de que o tempo tem passado cada vez mais rápido e, por este motivo, é de suma importância percebermos e discernirmos o mundo em que vivemos. Esta minha análise com relação ao tempo em me feito perceber que as pessoas estão cada vez mais individualistas, mais preocupadas consigo mesmas, mais inclinadas à prática de atos desonestos participando e se comprometendo de maneira voluntária ilícitas.

Para não nos envolvermos e não compactuarmos em situações que possam gerar prejuízos, qualquer espécie de escândalo ou constrangemento, é realmente importante sabermos discernir e perceber as intenções de cada pessoa, de cada contexto, cada etapa de nossa vida e do tempo em que vivemos. A sociedade se relaciona através da comunicação, verbal e corporal.

A Bíblia diz, na primeira carta aos coríntios, no capítulo 15 e versículo 33: Não se deixe enganar: “As más companhias corrompem os bons costumes”.  Em outra tradução diz as “más conversações corrompem os bons costumes”.  Fica claro que pessoas e assuntos fazem parte na nossa vida como um todo, daí vem à importância de percebermos e discernirmos cada pessoa e cada assunto.

Devemos estabelecer um parâmetro e um critério apurado, para avaliarmos caso a caso. Quando a Bíblia diz para julgarmos todas as coisas e retermos aquilo que é bom, ela quer dizer que devemos avaliar, analisar, diferenciar o que é bom do que é ruim. Quero ressaltar e deixar bem claro que quando ela se refere a “julgar”  coisas é bem diferente de julgar pessoas porque a própria Bíblia diz que com a mesma medida que julgarmos e medirmos assim também seremos julgados e medidos.

No exercício de minha atividade profissional, tenho constatado, através das informações que recebo, que pessoas tem se  envolvido em situações delicadas porque não se propõe, ou não estão aptas a discernirem ou perceberem onde estão se envolvendo e no território em que estão pisando, gerando problemas para si próprios.

Este texto se propõe de uma maneira fácil e afirmativa produzir uma ação preventiva para que eu e você não estejamos adormecidos e desatentos em nosso dia a dia.

Por Alba Valéria Couto                                                              Psicóloga Comportamental

Amanhã continuaremos com esses artigos que muito nos ajudarão em nossa vida relacional.

Abraços, e desejo um excelente dia para vocês!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Bulling. Acabe agora com isso!!!!

 

Quebrando

Temos visto nos noticiários da Tv, rádio, internet, muitas noticias associadas ao assunto de hoje. Meninas, rapazes, crianças e porque não dizer jovens, por serem,  quem sabe, inteligentes e prestativos em suas instituições, sofrem com o tal do builling (Conjunto de maus-tratos, ameaças, coacções ou outros actos de intimidação física ou psicológica exercido de forma continuada sobre uma pessoa considerada mais fraca ou mais vulnerável).

Agressões covardes, muitas vezes verbais são disparadas contra eles na intensão sempre de diminuí-los e inferiorizá-los. Mas temos, todos os anos, uma inspirada campanha que mostra nas ruas como evitar esse tipo de agressão. Abaixo encontra-se um pequeno artigo que apresenta o que tem sido feito para minimizarmos esse grande problema social.

quebrando-o-silencio

Violência. Dor. Sofrimento. Infelizmente, esta é a realidade de muitos sul-americanos. Consciente do seu papel social, a Igreja Adventista do Sétimo Dia, através do departamento dos Ministérios da Mulher realiza, há 8 anos, a campanha “Quebrando o Silêncio”. É uma iniciativa que oferece informações e soluções para quem é vítima e, procura também, dar oportunidades de resgate para quem é agressor. A campanha se desenvolve durante todo o ano, mas tem o seu ápice no 4º sábado de agosto, que é destacado como o “Dia de Ênfase Contra o Abuso e a Violência”.

“Quebrando o Silêncio” já abordou a violência que é cometida contra as mulheres, as crianças e, mais recentemente, contra os idosos. Agora, em 2011, a ênfase é sobre Bullying, este mal que deve ser evitado em nossos lares, comunidades e escolas.

Dentre as iniciativas para levar a cabo a campanha, está a preparação de uma série de materiais de apoio. Dentre eles, de 2002 a 2011, destacamos a elaboração de 1 milhão e 530 mil revistas “Quebrando o Silêncio”, 1 milhão e 430 mil revistas para o público infantil, além de folhetos, panfletos e folders que totalizaram 9 milhões de unidades.

Fora este material impresso centenas de programações são realizadas como palestras, passeatas, visitas a autoridades públicas, grandes concentrações em estádios e outros eventos que são frutos da criatividade dos organizadores.

Inúmeros órgãos públicos espalhados em diversas cidades sul-americanas têm dado seu apoio para a campanha. São Prefeituras, Câmaras Municipais, Conselhos Tutelares, Polícia Militar, Delegacias da Mulher, Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente, Conselho do Idoso, além de outros órgãos de proteção social.

É, sem dúvida, uma campanha que chega no momento certo. A sociedade vivencia estarrecida o que as estatísticas comprovam. Basta de silêncio, vamos dizer não à violência!

Abordaremos em nosso blog alguns assuntos referentes a esse dilema que tem tirado o sono da população de cada parte do planeta. Espero que você apoie essa iniciativa assim como eu estou apoiando.

Abraços a todos!!!!

domingo, 28 de agosto de 2011

Blog do Amaury da Rádio: A Familia Reavivada!!!

Blog do Amaury da Rádio: A Familia Reavivada!!!: Família é algo muito importante para mim hoje. Durante a minha vida tive alguns deslizes que prejudicaram minha relação com a minha famíl...

A Familia Reavivada!!!

 

Família é algo muito importante para mim hoje. Durante a minha vida tive alguns deslizes que prejudicaram minha relação com a minha família. Hoje, separado, sinto a diferença que faz estar longe de uma familia ora constituída. Apesar de ter havido o perdão, sinto muita falta dela. Com minha familia materna vivendo ainda posso sentir a experiência de estar no seio de uma famila.

Resolvi postar hoje um artigo muito interessante com relação a esse assunto. Espero que leiam e gostem. Façam seus comentários, não os deixem de fazer. Desejo saber o que pensas do assunto. Eis ai então o artigo:

“Uma família governada pelos princípios celestiais tem um poder de vasto alcance!”

Profetizando sobre o reavivamento que sobreviria ao povo de Deus, na vinda do Messias, Malaquias escreveu: “Vejam, Eu enviarei a vocês o profeta Elias antes do grande e temível dia do Senhor! Ele fará com que os corações dos pais voltem para seus filhos, e os corações dos filhos para seus pais” (Ml 4:5, 6, NVI).

A primeira mudança a ocorrer entre o povo de Deus reavivado tem que ser na família. Esta é a unidade básica da igreja e o ponto de maior ênfase dos ataques do inimigo. A religião precisa ser vivida primeiramente dentro das quatro paredes do lar, para então ter poder fora dele.

Em uma famíla reavivada, precisam ser resgatados alguns valores fundamentais:

1. A restauração do culto familiar.

“Manhã e noite, unam-se os corações em culto reverente. No período da noite, indague cada membro da família o próprio coração. Seja endireitado todo mal cometido” (Minha consagração hoje [MM 1989], p. 32). São momentos de adoração doméstica que destacam a presença do Senhor como o primeiro e o melhor componente do lar. Restaurada a primazia do Senhor, virão naturalmente outros valores vitais ajudarão a manter o espirito de serviço a Deus e à comunidade.

2. O respeito à figura dos pais como autoridades da casa.

O casal cristão precisa alimentar amoroso espírito de diálogo, compreensão e respeito às opiniões mútuas, construindo um entendimento com base na troca e fusão de idéias que levem a ação harmoniosa. Essa relação inclui disciplina divina na expressão de sentimentos amorosos, que não demonstrem ira, amargura nem ressentimento. O domínio das palavras e dos sentimentos que elas traduzem é uma das tarefas mais árduas do casamento, mas é uma das mais fortes evidências de corações transformados pelo Espírito Santo.

3. A férrea defesa do lar contra as influências secularizantes dos meios de comunicação, dentro e fora do ambiente doméstico.

É necessário o controle cuidadoso daquilo que se ouve, lê, assiste e de que se participa, incluindo o que se ouve via rádio, CD, iPod, celular e outros meios providos pela tecnologia de nossos dias. Uma avaliação cuidadosa dos ritmos e das letras ouvidas, até mesmo em outras línguas, é vital para que a mente não seja contaminada e dominada pelos espíritos enganadores. O mesmo se pode dizer daquilo a que se assiste, seja pela TV, seja pelo cinema, DVD ou pela internet. Outro perigo que ronda nossos filhos são os videogames. Muitos deles estimulam à violência ou são francos divulgadoresde bruxaria, feitiçaria,espiritismo e outras formas de expressão demoníaca. Uma família reavivada não terá o coração dividido entre a adoração a Deus e a Seu inimigo.

4. A bondade cristã.

Expresso naturalmente no interior do lar, o amor de Deus precisa ser irradiado para a comunidade mediante a solidariedade com as carências daqueles que sofrem e, ainda mais diretamente, pelo testemunho cristão, revelado em palavras e gestos de amor. Isso inclui falar de Jesus aos vizinhos, parentes, amigos e colegas de trabalho, mas é confirmado por atos de bondade cristã.

5. Respeito às diferênças individuais.

Aqui se faz referência ao estrangeiro, ao pobre, ao desprovido de beleza física, ao portador de deficiência física ou mental. Todos são filhos de Deus e dignos do respeito e do amor de Seus filhos. A diferença pode ser mais sutil. Mesmo que não se concorde com a posição religiosa, ideologia e política ou a opção sexual adotada por nosso próximo, o respeito à individualidade poderá ser o testemunho de que nosso Deus é maior que essas questões. Ele ama a todos e a todos deseja salvar de seus pecados.

Uma família governada pelos princípios celestiais tem um poder de vasto alcançe. “Muito mais poderosa que qualquer sermão pregado é a influência de um verdadeiro lar, no coração e na vida”. (O Lar Adventista, p. 352)

Seja você o meio pelo qual Deus opere esse milagre em sua família.

Tenha um ótimo dia!

 

Lícios LIndquist é editor na Casa Publicadora Brasileira

sábado, 27 de agosto de 2011

Blog do Amaury da Rádio: Graça e Aceitação!!!

Blog do Amaury da Rádio: Graça e Aceitação!!!: Sempre soube que graça é um favor imerecido. O amor de Deus é tão maravilhoso que essa graça nos alcançou e fomos aceitos por Ele! Mas nó...

Graça e Aceitação!!!

 

Sempre soube que graça é um favor imerecido. O amor de Deus é tão maravilhoso que essa graça nos alcançou e fomos aceitos por Ele! Mas nós, como seres humanos, também precisamos aceitá-lo como nosso único e suficiente Salvador e dessa forma poderemos exclamar que somos e fomos salvos unicamente pela Graça! Delicie-se com essas linhas abaixo e veja tal coisa:

Durante uma refeição na casa de Levi, muitos publicanos e “pecadores” estavam comendo com Jesus. Marcos 2:15

As pessoas frequentam e gravitam em torno dos lugares onde são aceitas. Para um momento de ânimo e até mesmo para relaxar, gostamos de estar com os amigos e grupos onde somos aceitos, onde nos sentimos à vontade e onde não temos medo de ser nós mesmos.

Levi Mateus, ao aceitar o convite de Jesus para ser um de Seus discípulos, quis comemorar esse feito apresentando Jesus aos seus amigos. O melhor que ele sabia fazer era convidar a todos para uma refeição em comum, em sua casa, tendo a Jesus como hóspede de honra. Quem sabe naquele grupo que Marcos chamou de pecadores havia ladrões, adúlteros, moças que tinham cometido aborto, beberrões e usuários de drogas. Não sei que pregador iria se sentir à vontade no meio de um grupo assim. Mas Jesus não Se surpreendeu. Ele reconheceu com que grupo estava e disse: “Eu não vim para chamar justos, mas pecadores” (Mc 2:17).

Naquele que é chamado o sermão mais importante do século 20, o teólogo Paul Tillich definiu graça como “aceitação daquilo que é rejeitado”. Ele diz: “A graça nos atinge quando andamos no vale escuro de uma vida sem significado e vazia... Quando sentimos que a nossa separação é mais profunda do que a habitual... Algumas vezes naquele momento, uma onda de luz invade as trevas como se estivesse dizendo: Você está aceito. Você é aceito por aquilo que é maior do que você e que você não conhece... Não procure nada, não realize nada, não tente nada agora. Simplesmente aceite o fato de que você está aceito! Se isto acontece conosco, experimentamos graça. Depois de tal experiência, talvez não sejamos melhores do que antes... Mas tudo está transformado. Naquele momento a graça conquista o pecado e a reconciliação transpõe o abismo da separação.”

Assim , não temos de persuadir a Deus e nem vencer sua relutância para que nos aceite. Tudo aquilo que precisamos fazer é abraçar a graça de Deus e receber Sua aceitação.

Ele veio e anunciou paz a vocês que estavam longe e paz aos que estavam perto (Ef 2:17).

“Deus aceitará a cada um dos que se chegam a Ele, confiando inteiramente nos méritos de um Salvador crucificado. [...] Pode não haver êxtase de sentimentos, mas haverá uma duradoura e pacífica confiança” (ME 1: 354).

Fiquem na Paz de Deus!!!!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Sedento Pela Presença de Deus!

 

Todo o meu ser anseia por Ti, numa terra seca, exausta e sem água. Salmo 63:1

Muitos cristãos exemplares interpretaram uma enfermidade ou um revés na vida como se fosse uma “intimação” da parte de Deus para uma consagração maior e uma lembrança de sua necessidade dEle.

O pregador inglês W. E. Sangster foi acometido de uma enfermidade que o levaria progressivamente a uma atrofia muscular, começando com a garganta, o que o faria perder a voz. Algumas semanas antes de sua morte, por ocasião da Páscoa, ele escreveu para a filha: “É terrível despertar na manhã da Páscoa e não ter voz para gritar: ‘Ele ressuscitou!’ Mas seria ainda mais terrível ter voz e não querer gritar.”

Sangster perdeu a voz e Davi enfrentou fome e sede no deserto. O Salmo 63 é para aqueles que estão passando pelo deserto. Preste atenção ao título: “Salmo de Davi, quando ele estava no deserto de Judá”. Ele confessa que estava sedento, cansado e vazio. Passava por uma experiência no deserto.

Passamos a maior parte do tempo transitando em bonitos campos e ambientes agradáveis, e enfrentamos poucos desertos. O deserto tem muitas formas e configurações. É um lugar de seca e destruição. É um lugar de ansiedade e do desconhecido.

Não é querer dar boas-vindas ao sofrimento, como alguns fazem, mas muitas vezes a frustração, a ansiedade e o sofrimento se tornam experiências que atuam como elementos que nos aproximam de Deus. Às vezes, são experiências passageiras. Outras duram mais tempo e temos que nos apegar a Deus com firmeza entregando o problema a Ele.

Todos nós, como seres humanos, temos anelos, sonhos, fome e sede de algo. Por que não mencionar essas coisas para Deus, sejam grandes ou pequenas, muito importantes ou só de alguma importância? Pior seria diante de tudo não sentir a necessidade de Deus, e então, depois de Deus atender, não surgir nenhum desejo de louvá-Lo e agradecer-Lhe.

Depois da experiência do deserto, Davi foi ao templo: “Aqui estou no lugar de adoração [...] bebendo da Tua força e da Tua glória. Estou vivendo enfim em Teu fiel amor. Meus lábios transbordam de louvor. Cada vez que respiro eu Te louvo” (Sl 63:2, 3, The Message)
Aqui está uma forma bonita de orar: levar a Deus seus desejos e lembrá-Lo do quanto necessita dEle.

Um ótimo final de semana para todos!

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

A Última Cura!

“Abandonar mágoas e buscar reconciliação são condições básicas para a renovação espiritual da igreja” Revista Adventista, julho 2011.

Sempre que falamos em reavivamento e na plenitude do Espírito Santo, pensamos no cenáculo. Imaginamos confissões, vigílias, louvor. Sem dúvida, tudo isso fez parte da preparação para o Pentecostes. Antes, porém, uma condição essencial teve que se cumprir na vida daqueles homens. Impedimentos entre eles deviam ser retirados. E foi às margens do Mar da Galiléia que Jesus realizou Sua última cura, não física, mas de relacionamentos.                                                                                       Havia entre os apóstolos um clima de rivalidade que gerava profundo mal-estar. Essa desunião entre os Doze era o principal obstáculo que os impedia de serem enchidos pelo Espírito. Era sua lepra.                              

À beira-mar, Jesus criou um ambiente para favorecer a cura – Jo 21:1-17. Repetiu o milagre da pesca – o mesmo de quando disse que faria de Pedro um pescador de homens – e preparou um braseiro com alimento para compartilhar com os discípulos (Pedro negou Jesus em volta de um braseiro – João 18:18. Naquele lugar, para cada negação de Pedro, Cristo deu uma afirmação de Seu perdão. Não somente Se reconciliou com ele, mas o restabeleceu no ministério perante todos. Assim, Ele deu aos discípulos um inesquecível exemplo de aceitação que influencia a igreja até hoje. Nas brasas vivas do amor de Cristo, Pedro e os demais queimaram todo orgulho e exaltação própria.

Dali em diante, o espirito de disputa se desvaneceu, e o episódio seguinte em que encontramos os discípulos é o de Atos 1:14, em que “todos (…) perseveravam unânimes em oração”. Quando os pecados foram perdoados e as diferanças, resolvidas na base do amor incondicional, estavam prontos para orar juntos.

“Pondo de parte todas as divergências, todo desejo de supremacia, uniram-se em íntima comunhão cristã”. (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 37).

QUESTÃO ESSENCIAL

Sem perdão e reconciliação, os discípulos jamais teriam recebido o Espírito Santo. Sem reconciliação, Deus não pode derramar Seu Espírito hoje. Sem perdão mútuo, Deus não pode nos perdoar. Quando cobrimos feridas, abafamos nossas contendas e maquiamos as rugas do caráter, nossas orações se tornam até mesmo ofensivas a Deus (Isaías 1:13). Isso me preocupa muito! (Grifo acrescentado)                                                                                               

Cristo abriu uma ferida, e isso doeu em Pedro, que se entristeceu (Jo 21:17). Mas Jesus a abriu para curá-la. Em nossas dissensões, evitamos tocar nas feridas, temendo a dor, mas essa dor é necessária para limpar e curar o ferimento. Precisamos pôr de parte nosso orgulho e ter coragem para resolver nossas diferenças com a pessoa que nos ofendeu ou a quem ofendemos.                                                                                                    Em amor incondicional, devemos nos abraçar uns aos outros, reconhecer nossos pecados, dar e receber perdão, para sermos reavivados. Antes de buscar os dons do Espírito, necessitamos do fruto (Gl 5:22,23).              Mais do que nunca, precisamos de Jesus. Somente Ele pode realizar o milagre da reconciliação. Se O buscarmos humildemente, Ele nos perdoa e nos capacita a perdoar. Precisamos refletir Seu amor na prática, amparando nosso próximo, para que nossas feridas sejam curadas (Is 58:8). Somente Ele pode tirar as mágoas entre nós e abrir caminho para sermos cheios do Santo Espírito.

Revista Adventista, julho 2011, p.12

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Fazendo o Revezamento!!!

 

Que todas estas palavras que hoje lhe ordeno estejam em seu coração. Ensine-as com persistência a seus filhos. Deuteronômio 6:6, 7

Nos Jogos Olímpicos de Atenas, a equipe feminina norte-americana de revezamento tinha sido classificada para a competição com o melhor tempo. Entre as quatro atletas, estava Marian Jones, que tinha ganhado quatro medalhas na olimpíada anterior, em Sidney.

A corrida de revezamento tem sua estratégia. Nela, o primeiro e o último corredores são os mais importantes. Há um tempo certo e um espaço certo em que o bastão deve ser entregue para quem vai correr depois. Um bom treinador vai dizer que a corrida é ganha ou perdida naquele momento. Qualquer hesitação ou erro de cálculo naquela hora significa derrota.

Marian Jones seria a segunda a correr e passaria o bastão para Lauryn Williams, que ia correr o terceiro trajeto. Lauryn começou a correr enquanto Jones se aproximava, estendeu o braço para trás para receber o bastão, mas a entrega não se completava. Três vezes Marian Jones estendeu o bastão para frente. Finalmente, na quarta tentativa, ela completou a entrega, mas já haviam ultrapassado o trecho permitido para entregar o bastão e foram desclassificadas.

Pais, professores e líderes de jovens que estão na responsabilidade de transmitir valores às gerações futuras estão preocupados com essa transferência de valores. Quanto mais adequado for o relacionamento entre pais e filhos e quanto mais amigável for o relacionamento entre professores e alunos, melhor será para que os valores continuem sendo transmitidos. O conselho de Moisés é sábio: procure o lugar e a hora que sejam mais apropriados, em cada oportunidade e repetidamente. “Converse sobre elas quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar. Amarre-as como um sinal nos braços e prenda-os na testa” (Dt 6:7, 8).

Sabedor dos valores que o mundo adota, eu ficaria muito intranquilo e inseguro se permitisse que minhas filhas tomassem suas decisões por si mesmas. “Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente” (Rm 12:2).

Depois de entregarmos o bastão, vamos torcer para que completem a corrida.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Entre na Corrida e Corra Para Vencer!!!!

 

Olá amigos do meu blog! Estou aqui hoje para dizer-lhes da minha satisfação em tê-los como meus seguidores. Hoje postarei algo que me tocou muito e certamente vai te tocar também. Você que luta pelos seus sonhos, que é um atleta da vida, que espera vencer algum dia, leia esses breves comentários porque, assim como me fizeram bem, farão muito bem a você. Na próxima semana iremos postar alguns testemunhos de conversão de pessoas ao evangelho verdadeiro. Beijos!!!!

Corram de tal maneira que ganhem o prêmio. 1 Coríntios 9:24, NTLH

O conselho de Paulo é “corra para vencer”. Deixe de lado essa ideia juvenil de que “o importante é participar e não competir”. Nenhum atleta por si mesmo vai às olimpíadas só pelo pensamento de participar. Eles vão para ganhar. Não é um jogo entre bancários. Não é um amistoso em dia de chuva. O que domina é a determinação e a vontade de vencer.

Além de falar nessa vontade, ele mostra como devemos nos preparar. Para vencer, não apenas no esporte, mas nos negócios, no trabalho e na escola, precisamos de atitudes corretas.

Pensei comigo: O que pode motivar um corredor de maratonas a treinar?  O que ele espera ao chegar o dia da corrida? Naturalmente, que os preparativos o ajudem a correr todo o trajeto e vencer.

Há, por exemplo, um plano de vinte semanas de treinamento para aqueles que querem correr uma maratona. Na primeira semana, você corre sete quilômetros na terça-feira, dez na quarta, sete na quinta, dez na sexta, cinco no sábado e dezesseis no domingo. Apenas a segunda-feira é livre. O número de quilômetros vai aumentando a cada dia, até que na semana de número 17, ele estará correndo 42 quilômetros no domingo. Mas para isso é necessário determinação, ânimo e paciência.

Estamos vivendo a vida cristã com a mesma mentalidade de um atleta, com os olhos postos na fita de chegada?

O prêmio que o vencedor da corrida recebia era uma coroa de louros, que depois de poucos dias estava murcha. O nome do vencedor era cantado pelos poetas; ele tinha uma cadeira cativa no estádio; ficava isento de pagar impostos e do serviço militar; e, de volta à sua cidade, era recebido numa carruagem.

Paulo gostava de usar a imagem de um atleta. No fim da vida, ele faz eco a 1 Coríntios 9:24-27: “Eu completei a corrida. Completei com lealdade e guardei a promessa e o voto solene de atleta, de colocar todo o meu esforço” (cf. 2Tm 4:7). A imagem vai além, quando ele fala na entrada triunfal, ocasião em que todos os competidores serão honrados publicamente e receberão a coroa.

“Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé. Agora me está reservada a coroa da justiça, que o Senhor, justo Juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amam a Sua vinda” (2Tm 4:7, 8).

domingo, 21 de agosto de 2011

Jesus Morreu na Quarta ou Sexta?

 

Vamos analisar este assunto com muita oração, pois há sinceras pessoas que andam com a Bíblia, a Santa Palavra de Deus, mas não às compreendem como deveriam. Precisamos estudar mais a Palavra de Deus com a orientação do Espírito Santo, aí chegaremos ao pleno conhecimento da verdade que liberta.

Disse Jesus: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”   S. João 8:32

Quarta ou Sexta-feira?

Páscoa é um termo hebraico “que significa passagem (o anjo da morte ‘passou’ sobre as casas dos israelitas”). “Os judeus computavam o tempo pelo sistema inclusivo. O dia inicial era o ‘primeiro’ dia, mesmo que dele só restassem algumas horas; o dia imediato era o ‘segundo’; e as primeiras horas do dia que vinha em seguida já eram consideradas ‘terceiro dia.’”

GRÁFICO DOS DIAS

Há um grupo religioso que defende com muita determinação a idéia de que Jesus morreu na quarta-feira e ressuscitou no Sábado. Para tal, apóia-se num único verso existente na Escritura. 

Ei-lo: Mateus 12: 40.

“Pois, como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim estará o Filho do Homem três dias e três noites no seio da terra.”

Os membros desta igreja entendem que Jesus teria que passar, morto, setenta e duas horas, sem um segundo a menos ou a mais, o que é tarefa difícil de provar. Interessante que, se por um lado há apenas um único texto que informa “três dias e três noites”, por outro existem sete que, tratando do mesmo acontecimento (morte do Senhor), cristalinamente consignam três dias. Ei-los:

Mateus 26:61 – “...derribar o templo de Deus e reedificá-lo em três dias”.
Mateus 27:40 – “...e em três dias o reedificas...”
Mateus 27:63 – “...depois de três dias ressuscitarei.”
Marcos 8:31 – “...mas que depois de três dias ressuscitaria.”
Marcos 14:58 – “... e em três dias edificarei.”
Marcos 15:29 – “...derribas o templo, e em três dias o reedifica.”
João 2:19 – “...derribarei este templo, e em três dias O levantarei.”

Observe que são sete contra um, e o mesmo Mateus relata outras três vezes apenas três dias. Ora, se uma vez informa “três dias e três noites” e se três vezes menciona “três dias”, é evidente que mais peso deverá ter a referência repetida pelo mesmo evangelista, não acha? Isso indica que a expressão “três dias e três noites” foi uma expressão casual, não absoluta. Já pensou porque os demais evangelistas não repetiram a mesma expressão? Mormente sendo sinóticos?

As dez passagens seguintes mencionam que Jesus iria ressuscitar no terceiro dia, contado de Sua morte, sem se importar com os minutos ou segundos: (Luc. 9:22; Mat. 17:23; Luc. 18:33; Mat. 20:19; Mar. 9:31; Luc. 13:32; Mar. 10:34; Luc. 24:7 e 46; Mat. 16:21).

Conferiu?
IMPORTANTE – A morte de Jesus na sexta-feira não foi acidental nem casual, mas profética, por estas duas razões fundamentais e bíblicas:

1ª – Todas as profecias do Antigo Testamento que apontavam para Jesus e Sua obra de redenção precisavam ter cumprimento literal, para que ficasse caracterizado ser Ele o Messias. Uma delas evidencia Sua ressurreição no primeiro dia da semana. Era a festa das primícias. O sacerdote, neste ritual, movia o molho perante Deus “ao seguinte dia do Sábado” (Lev. 23:10 e 11). Assim, Cristo teria que ressuscitar neste dia, para cumprir mais esta profecia e se fazer “as primícias dos que dormem” (I Cor. 15:20 e 23).

2ª – Jesus Cristo precisava passar o Sábado da redenção descansando de Sua obra redentora, como fizera no Sábado da criação, para confirmá-lo eternamente como o dia de repouso para todos os cristãos. Daí por que Jesus não poderia morrer nem segunda, terça, quarta, quinta ou domingo.

PROVAS ESCRITURÍSTICAS DA MORTE DO SENHOR NA SEXTA-FEIRA,
SEGUNDO O EVANGELISTA MARCOS

(Marcos 15:1-4) Estes versos narram os últimos acontecimentos na vida de Jesus. Foi Ele crucificado à hora terceira (9:00h – v. 25) e morreu à hora nona (15:00h – v. 34).
Verso 42 – “E, chegada a tarde, ... o dia da preparação, isto é, véspera do Sábado.”

Nota-se claramente por esta escritura que Jesus morreu na sexta-feira, e Lucas, o médico gentio, define cristalinamente, identificando a sexta-feira (dia da preparação) como o dia que antecede o Sábado semanal. Diz ele:

Lucas 23: 54 – “E era o dia da preparação, e amanhecia o Sábado.”

Trocando em miúdos: Sexta-feira é dia da preparação, véspera do Sábado. A própria palavra “preparação” quer dizer sexta-feira (paraskeuê).
Pois bem, nesta sexta-feira fatídica, José de Arimatéia, um dos ricos príncipes de Israel, foi pedir o corpo de Jesus a Pilatos, para o sepultar. Mar. 15:43.

CONSIDERE:

• Não é estranho que, se Jesus tivesse realmente morrido na quarta-feira, José só teria ido pedir o corpo do Mestre dois dias depois?
• Não estaria este corpo decomposto, haja vista suas carnes repuxadas penderem sob o pesado corpo na cruz?
• Não teria sido uma desumanidade deixar o corpo do Senhor exposto à intempérie e desalento durante 48 horas?
• Qual a finalidade de deixar Jesus dois dias dependurado no madeiro?
Atente agora para a reação de Pilatos à solicitação do corpo do Senhor:

Verso 44 – “E Pilatos se maravilhou de que já estivesse morto...”

Por que Pilatos se surpreendeu de que Jesus já tivesse morrido naquela sexta-feira?

Lógico, sua admiração devia-se ao fato de que há algumas horas apenas Jesus fora crucificado, e os supliciados duravam na cruz às vezes de 2 a 7 dias – vivos – mas Jesus, coitado, embora forte, depois de ter passado pela agonia do Getsêmani, padecido açoites, morreu de dilaceramento do coração, por causa dos pecados do mundo. Por isso Jesus não durou muito tempo vivo (apenas de 9 às 15:00 h), razão porque motivou a admiração do Governador.

Pilatos jamais se teria “maravilhado” da morte de Jesus, caso ela houvesse ocorrido na quarta-feira e José só tivesse pedido Seu corpo na sexta-feira; teriam transcorridos dois dias, o que era perfeitamente normal. Pilatos, entretanto, para ter absoluta certeza de que Jesus morrera, certificou-se com o seu chefe da guarda, e depois liberou o corpo (v. 45).

Não há por conseguinte nenhuma razão plausível, para se negar tenha O Senhor morrido na sexta-feira. A tangente por onde saem os que não aceitam esta verdade cristalina é afirmar que este dia da preparação mencionado pelos evangelistas não antecedeu ao Sábado do sétimo dia da semana, mas ao sábado cerimonial que foi a “páscoa que se deu na quinta-feira”, da última semana de vida do Senhor, antes de Sua morte (Veja-se Doutrinal, págs. 151 e 152 – Igreja Adventista da Promessa). Será que foi assim? – Não! A Bíblia esclarece.

Marcos 16:1 – “E, passado o Sábado, Maria Madalena, e Maria, mãe de Tiago e Salomé, compraram aromas para irem ungí-Lo.”

Se Jesus tivesse morrido na quarta-feira, haveria tremenda contradição na seqüência evangelística, pois diz o verso 2:

Marcos 16: 2 – “E, no primeiro dia da semana, foram ao sepulcro, de manhã cedo, ao nascer do Sol.”

Outra vez está claramente identificado que se trata do Sábado do sétimo dia da semana, o dia que vem depois da sexta-feira, pois afirma Marcos: “...passado o Sábado (v. 1), surgiu o primeiro dia da semana (v. 2).”

Aplicada esta escritura à crença de que a páscoa se deu na quinta-feira, chegaremos ao seguinte panorama:

• Dia da morte do Senhor.

QUARTA-FEIRA Dia da preparação (?!)

QUINTA-FEIRADia da páscoa (sábado cerimonial?!)

SEXTA-FEIRA ?!? (Este dia terá que ser transformado no primeiro dia da semana, pois dizem os evangelistas que aquela tarde do dia da morte de Jesus era o dia da preparação – véspera do Sábado (Mar. 15:42; Luc. 23:54; Mat. 27:57; João 19:42). E, passado o Sábado – surgiu – o primeiro dia da semana – domingo (Mar. 16:1 e 2; Luc. 24:1; Mat. 28:1; João 20:1).

EVIDENTE: No dizer dos irmãos da Igreja Adventista da Promessa, se a quinta-feira foi a páscoa (sábado cerimonial), a quarta teria que ser a preparação, e a sexta-fei-ra... (??!!) Isto prova que Jesus não morreu na quarta-feira.

Finalizando esta maratona no evangelho de Marcos, ele finaliza com esta jóia de verdade:
Marcos 16:9 – “E Jesus, tendo ressuscitado na manhã do primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demônios.”

Este texto demasiadamente claro na definição do dia da ressurreição do Senhor, foi alterado pelos irmãos promessistas que colocam a vírgula depois da palavra ressuscitado. (“E Jesus tendo ressuscitado, na manhã do primeiro dia da semana apareceu primeiramente a Maria Madalena...”).

Desfigura-se assim a Escritura para sustentar uma doutrina que não tem fundamento sólido, nem embasamento bíblico, porque está firmado apenas sobre um texto isolado.

SEGUNDO O TESTEMUNHO DE LUCAS – (Lucas 23:33-49)

Novamente são narrados os últimos acontecimentos da vida do Mestre. Depois de morto, Jesus foi retirado da cruz (v. 53); “E era o dia da preparação (sexta-feira) e amanhecia o Sábado.” (v. 54). Lucas define cristalinamente que o dia que antecede o Sábado é a sexta-feira (dia de preparação), “conforme o mandamento” (v. 56). Veja como é claro! Que mandamento? – Moral, e não cerimonial!

Jesus morreu e foi retirado da cruz na sexta-feira. Foi colocado no sepulcro também neste dia (v. 55), depois os discípulos prepararam os ingredientes para o embalsamamento do corpo e descansaram no Sábado (v.56). No primeiro dia da semana bem cedo, foram as discípulas ao sepulcro (Luc. 24:1). Dois anjos apareceram e lembraram-lhes as palavras de Jesus que ressuscitaria no terceiro dia (Luc. 24:7).

Dois outros discípulos, neste mesmo PRIMEIRO DIA da semana (Luc. 24:13), dirigiam-se para Emaús, e, no trajeto, desconsolados, rememoravam os acontecimentos da sexta-feira passada, quando o próprio Jesus lhes aparece (Luc. 24:15) e interpela-os sem que eles O reconheçam (Luc. 24:16-17). Então os discípulos relatam ao viajor (Jesus) os acontecimentos do Calvário (Luc. 24:19-20), finalizando com esta esclarecedora declaração:

Lucas 24: 21 – “E nós esperávamos que fosse Ele o que remisse a Israel; mas agora, sobre tudo isso, é já HOJE o terceiro dia desde que essas coisas aconteceram.”

DOMINGO – 3º Dia (“ ... que essas coisas aconteceram...”)

OBSERVE SÁBADO – 2º Dia

SEXTA-FEIRA – 1º Dia – Morte de Jesus

Jesus, então, identificando-Se confortou-os com palavras messiânicas e proféticas (Luc. 24:31-49). Para desanuviar as dúvidas, vamos destacar este verso:

Lucas 24: 46 – “... convinha que o Cristo padecesse, e ao terceiro dia (domingo- primeiro dia da semana) ressuscitasse dos mortos.”

Veja, terceiro dia, e não “três dias e três noites”. Tudo claro! Tudo certo! Agora, imagine, tivesse Jesus morrido na quarta-feira, o quadro seria este:

CERTO ERRADO

DOMINGO 3º Dia ... 4º Dia

SÁBADO 2º Dia 3º Dia

SEXTA-FEIRA ...................... 1º Dia 2º Dia

QUINTA-FEIRA ..................... ? ..................... 1º Dia

QUARTA-FEIRA ..................... ? .................... ?

Houvesse Jesus ressuscitado no Sábado, o discípulo teria errado ao dizer: “É já hoje o terceiro dia...”, pois em realidade seria então – o domingo – o 4º dia, e não o 3º, “desde que essas coisas (suplício do Salvador) aconteceram”, e pior, para ser verídica esta hipótese, o Senhor teria que ter morrido na quinta-feira (?!).

SEGUNDO O TESTEMUNHO DE MATEUS – (Mateus 27: 32-56)

Estes versos narram as cenas finais da crucificação.

Morreu Jesus à hora nona (15:00 horas, vs. 45,46,50). Era sexta-feira. E logo após Sua morte, antes que o Sol se pusesse, José foi pedir o corpo a Pilatos para sepultá-Lo em seu túmulo (vs. 57-58). Agora o esclarecimento cristalino:

Verso 62: “E no dia seguinte, que é o dia depois da preparação, reuniram-se os príncipes dos sacerdotes e os fariseus em casa de Pilatos.”

REPARE BEM:

• “Dia seguinte” – (Sábado, pois o óbito se deu na sexta-feira).
• “Que é o dia depois da preparação” – (Sábado, é o único dia que vem logo depois da sexta-feira, que sempre foi e será o dia de preparação bíblica).

Mateus serve-se de uma circunlocução (rodeio de palavras) para deixar bem claro e patente que Jesus morreu na sexta-feira. Depois de morto, os ânimos não se serenaram. Os sacerdotes reuniram-se no Sábado com o Governador, receosos da ressurreição de Cristo (v. 63-64) que se daria, sem dúvidas, conforme a profecia, no terceiro dia (domingo), o que ocorreu de fato. Mateus 28: 1.

NÃO ESQUEÇA: A sexta-feira, até hoje, é conhecida bíblicamente como o dia da preparação para o santo Sábado do sétimo dia da semana.

RESUMO

SEXTA-FEIRA - 1ª DIA • Morre Jesus Cristo à 15:00 horas.
• Jesus descansa no sepulcro, de Sua obra de redenção.

SÁBADO – 2º DIA • Sacerdotes tramam boicotar a Sua ressurreição.

DOMINGO – 3º DIA • Ressurreição. Vitória.
Como você pode comprovar, e com clareza: Três dias do calendário.
Profecia cumprida. Aleluia!

SEGUNDO O TESTEMUNHO DE JOÃO – (João 19: 17-42)

Este evangelista, de forma clara e incisiva, estabelece o dia da morte de Jesus na sexta-feira, como também identifica que a páscoa foi no Sábado, naquela semana derradeira do ministério de Jesus. Vamos ler:

João 19: 14 “E era a preparação da páscoa, e quase à hora sexta (*); e disse aos judeus: Eis aqui o vosso Rei.”

Ora, se os acontecimentos que culminaram com a morte de Jesus foram na sexta-feira, e Seu óbito se deu também na sexta-feira, e este dia era a preparação da páscoa, logicamente a páscoa se deu no Sábado do sétimo dia da semana. Senão, veja o que diz João 19:
Versos 17-27 – narram as cenas da crucifixão;
Verso 30 – focaliza a morte de Jesus;

E o verso 31 diz: “Os judeus, pois, para que no Sábado não ficassem os corpos na cruz, visto como era a preparação (pois era GRANDE aquele dia de Sábado), rogaram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas, e fossem tirados.”

Clareza maior não pode haver. Por que era “GRANDE” aquele Sábado, após a morte do Senhor, a ponto de chamar a atenção do evangelista em seu registro?
– Por que nesta semana, a da morte de Cristo, a páscoa coincidiu cair no Sábado do sétimo dia da semana, e não na quinta-feira.

Assim, o Sábado cerimonial ocorreu no Sábado moral.

O cordeiro da páscoa era morto no dia 14 e comido no dia 15 de Nisã (Êxo. 12: 6-10). O cordeiro pascal foi morto na sexta-feira (dia 14), e comido no Sábado (dia 15), da última semana ministerial de Jesus. Por isso Jesus jamais poderia morrer em outro dia que não a sexta-feira.

João 19: 42 – “Ali pois (por causa da preparação dos judeus, e por estar perto aquele sepulcro), puseram a Jesus.”

Por causa de quê?! – PREPARAÇÃO!
Ora, aí está mais que claro – SEXTA-FEIRA – é o dia de preparação dos judeus até o dia de hoje. Este vocábulo – preparação – identifica SEMPRE o dia seguinte que é o Sábado moral e nunca cerimonial.

(*) Equivalente a 12:00 h do sistema palestino de contar o tempo. João foi o único dos evangelistas que empregou o sistema romano de contar o tempo, pois escreveu seu evangelho, “na última década do primeiro século, quando os costumes dos conquistadores (romanos) se impunham nas áreas conquistadas.”

Recapitulando

Os evangelistas confirmam:

• Jesus teria que morrer! E morreu!
• Teria que ressuscitar ao terceiro dia! E ressuscitou!

Jesus então morreu na sexta-feira. Por que negar?
Por isso, as 72 horas completas, sem um minuto a mais ou a menos, é uma exigência que não deve prosperar, porque não tem respaldo nos evangelhos, e é tão somente, um texto isolado.

Esta expressão “três dias e três noites”, tinha para os orientais, especialmente dos tempos de Jesus, uma conotação diferente dos ocidentais. Específicamente os palestinos usavam a “contagem inclusiva” para contar o tempo, e, este “incluia o dia (ou ano) inicial, bem como o dia (ou ano) final; sem considerar como pequena, fosse a fração do dia iniciante ou findante.” – Atalaia, 4/81, pág. 11.

EXEMPLO: uma criança nascida no dia 15 de dezembro de 1995, ao chegar o dia 31 de dezembro de 1995, para os judeus teria um ano e não quinze dias; e a partir do dia 1º de janeiro, já contava dois anos.

“A maneira de contar o tempo empregada na Bíblia é chamada contagem inclusiva, que considera tanto a primeira como a última unidade de tempo incluídos no período. Este sistema era também usado por outras nações, como se pode ver através de documentos. Uma inscrição egípcia que registra a morte de uma sacerdotisa no quarto dia do 12º mês, relata que o sucessor dela chegou no 15º dia, quando se passaram 12 dias. É evidente que, pela nossa maneira de contar, diríamos que os doze dias, passados a partir do 4º dia, chegariam à data de 16.” – The Seventh-Day Adventist Bible Commentary, Vol. II, pág. 136. Grifos meus.

Arnaldo B. Christianini, em seu livro “O Ídolo da Quarta Feira”, apresenta uma enxurrada de exemplos de contagem inclusiva na Bíblia. Alinharemos dali, dois apenas, para esclarecer ao irmão o que é contagem inclusiva. Estão às páginas 17 e 21.

“O bebê israelita era circuncidado quando tivesse ‘oito dias’ de idade, segundo lemos em Gênesis 17:12...No entanto, a circuncisão ocorreria ‘no oitavo dia’ (Lev. 12:3), ou melhor ‘ao oitavo dia’ (Luc. 1: 59). É evidente, é indesmentível, que o oitavo dia se incluía na contagem. O oitavo dia era parte integrante do período de oito dias, simplesmente porque a contagem bíblica é inclusiva, e não ocidental, como a usamos hoje.
“Na descrição do episódio da enfermidade, morte e ressurreição de Lázaro, temos mais uma prova da contagem inclusiva e para isso basta simples cotejo de versículos:

“João 10: 40; 11:3 – Jesus estava em Betânia... aldeia de Marta e Maria...Essas mulheres enviaram um emissário para avisar a Jesus da enfermidade de Lázaro. O emissário gastou um dia para ir lá, e nessa ocasião Lázaro já havia morrido.

“João 11: 6 – Jesus deliberadamente decide demorar-Se ali mais dois dias.
“João 11: 7 – Decidiu Jesus voltar à Judéia, e nisso gastou um dia de viagem, perfazendo quatro dias, e lá chegou no quarto dia.

“Agora o mais importante. Em João 11: 39 lemos a expressão de Maria: ‘É já de quatro dias.’ No entanto, no original grego está: “já é do quarto dia”.

“É conclusiva a expressão ‘é já do quarto dia’. Tão lógica que o próprio Taylor, assim a traduziu e comentou:

‘É cadáver de quatro dias. Ou ‘do quarto dia’. A viagem de quem trouxe o recado sobre a doença de Lázaro levou um dia. A volta de Jesus gastou outro dia. O Mestre demorou-se dois dias antes de partir.’

“Resumindo: no ‘quarto dia’ Jesus constatou que Lázaro falecera havia ‘quatro dias’ (v. 17). Era a contagem inclusiva, em uso no Oriente. Necessariamente o quarto dia estava incluído no período.” Grifos meus.

Desanuviada pois a dificuldade para entender-se a contagem de tempo bíblica, resta-nos ver patenteada a harmonia dos evangelhos, que confirma com clareza absoluta a morte de Jesus na sexta-feira e Sua ressurreição no domingo, satisfazendo plenamente o que dizem as Escrituras.

SEXTA-FEIRA – Morte de Jesus – (passou parte deste dia no sepulcro).
SÁBADO – Descansou – (passou todo este dia no sepulcro).
DOMINGO – Ressuscitou – (passou parte deste dia no sepulcro).

Três Dias – (Mar. 8: 31; 14: 58. Mat. 26: 61; 27:40, 63. João 2: 19. Mar. 15: 29). Claro, claríssimo! Três dias do calendário.

Vale ressaltar aqui a perpetuidade e santidade do Sábado, pois neste dia, sim, Jesus passou as suas vinte e quatro horas com todos seus minutos e segundos descansando de Sua obra redentora.

A “contagem inclusiva”, que foi a contagem de tempo dos dias de Jesus, como vimos, indicava que dois dias podem ser um dia e meio, ou um dia e parte de outro, etc. Por isso ninguém deve exigir que os “três dias e três noites” mencionados por Mateus devam ser rigorosamente setenta e duas horas exatas.

Meu irmão, minha querida irmã, não faça do sinal de Jonas, um “cavalo de batalha”, que lhe roube a capacidade de distinguir as coisas simples de Deus. O sinal de Jonas deve ser aplicado honestamente, como uma representação da morte de Jesus, em suas fases maravilhosas (Criação e Redenção), pois os evangelistas assim criam e a descreveram, mas não se perderam em minudências de minutos e segundos. Dizem eles:

Lucas 11: 30 – Jonas foi sinal para os ninivitas.
Mateus 16: 4 – Jonas seria sinal para a geração de Jesus.
Mateus 12: 39 – Não seria dado outro sinal, senão o de Jonas.

Meu amado, o sinal de Jonas não são os minutos e segundos, e sim o acontecimento, porque realmente a experiência deste profeta foi cercada por ocorrências fantásticas do poder e da misericórdia de Deus. Assim como Deus ordenou ao grande peixe lançá-lo à terra, ordenou à sepultura devolver à vida O doador dela. Jesus e Jonas desceram ao “inferno” (Sepultura). Ambos dele escaparam vitoriosamente.

“Assim como Jonas escapara da morte para pregar aos ninivitas a mensagem de arrependimento e salvação, do mesmo modo Cristo, através de Sua ressurreição, levaria a todos que O aceitassem à salvação.” – Atalaia, 4/81, pág. 10.

Nisto aqui deve-se dar a devida atenção como o grande sinal de Jonas, e não aos minutinhos que ninguém pode provar foram observados rigorosamente no seio da terra. Outrossim, pedir sinal era um costume dos judeus. I Cor. 1: 22.

DETALHES

Outro interessante sinal de Jonas, está nos quatros capítulos do livro que leva seu nome. No primeiro capítulo Jonas – correu de Deus. No segundo Jonas – correu para Deus. No terceiro Jonas – correu com Deus. No quarto Jonas correu adiante de Deus.

Meu querido irmão, preciosa irmã, se você pegar ao pé da letra este texto isolado dos “três dias e três noites”, deverá fazê-lo também para outros textos isolados da Escritura, como por exemplo, Marcos 9:43: “E, se a tua mão te escandalizar, corta-a, melhor é para ti entrares na vida aleijado, do que, tendo duas mão ires para o inferno, para o fogo que nunca se apaga.”

• Você crê na literalidade dele?
• Você crê que os pecadores ficarão eternamente queimando?
• E Baleia, pode engolir um homem?

Por favor, evitem correr adiante de Deus, porque contagem, cálculo ou cômputo inclusivo, indica que:

• Qualquer fração de um dia era contada como um dia completo.
• Qualquer fração de um ano era contada como um ano completo.

No Japão, até o fim da segunda guerra mundial, empregava-se este método. Este é o método do exemplo da criança nascida em 15 de dezembro, lembra-se? Que o Todo Poderoso Deus lhe abençoe muitíssimo. Glória a Deus!

Estudo extraído do cap.29 do livro Assim Diz O Senhor.

Enfim, que você amado irmão(ã), possa ter sido esclarecido em relação à esse assunto das Escrituras.

Que Deus o abençoe ricamente!

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